A Seleção Brasileira fez 13 jogos preparatórios em 1978 antes da Copa do Mundo, nos quais obteve 9 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota, num amistoso contra a França no Parc des Prince, em Paris, o qual perdeu por 1 a 0. Pode parecer um bom desempenho, mas há a ressalva de que 8 destes jogos foram contra combinados ou clubes, sendo 5 contra combinados regionais (seleções de estados brasileiros) e 2 partidas nas quais estragou a festa de aniversário para as quais foi convidada (nas celebrações da Internazionale de Milão, da Itália, e do Atlético de Madrid, da Espanha).
Houve cinco jogos preparatórios contra outras seleções, tendo sido três delas partidas de alta exigência na Europa, nas quais teve a já citada derrota para a França, um empate com a Inglaterra em Wembley, e uma boa vitória por 1 a 0 sobre a Alemanha em Hamburgo. Fechou a sua preparação com dois amistosos em solo brasileiro, nos quais venceu a Peru e Tchecoslováquia. Do ponto de vista de resultados, o desempenho foi bom; entretanto a qualidade de jogo deu margens a dúvidas e questionamentos, pois os experimentos táticos muitas vezes foram confusos. Diferentemente de 1976 e 1977, quando houve uma base titular indiscutivelmente formada, primeiro por Osvaldo Brandão e depois continuada pelo próprio Coutinho, durante o começo de 78 as mudanças foram constantes.
O treinador brasileiro era um aficionado por estratégia de jogo. Era um estudioso de esquemas táticos numa época em que o "futebol total" jogado por Alemanha e Holanda fazia com que a estratégia tática ganhasse cada vez mais importância dentro das quatro linhas. A estratégia de jogo de Cláudio Coutinho se baseava, sobretudo, na projeção para ocupação dos espaços vazios. Um nome confuso para uma estratégia simples: posicionar o time em campo de uma forma que deixasse espaços vazios na defesa adversária, para que os meias lançassem a bola em profundidade nestes espaços para a penetração de quem viesse de trás, surpreendendo à defesa adversária. Os lançamentos deixavam de ser ao “estilo Gérson”, que pegava a bola no meio de campo e colocava no peito de Pelé na entrada da área, e passavam a ser um "lançamento no vazio", numa trajetória da bola indo de encontro ao jogador no "espaço futuro" (que era o termo utilizado por Coutinho para definir a sua estratégia). A bola e o jogador lançado tinham que formar duas linhas concorrentes no campo.
O futebol revolucionário de holandeses e alemães havia feito as equipes se movimentarem de forma compacta, pressionando quem tinha a posse de bola no time adversário, e com inversões constantes do posicionamento dos jogadores em campo. Esta movimentação mais agrupada deixava espaços vazios em áreas distantes de quem estava com a bola. Na visão de Coutinho, a saída deste xadrez seria treinar os jogadores para aproveitar estes espaços. Uma leitura estratégica que na teoria foi bastante visionária!
Porém, o treinador não conseguia chegar a uma conclusão de quais deveriam ser seus inquestionáveis 11 titulares para executar este seu plano de jogo, e adentrou a Copa do Mundo de 1978 com muitas dúvidas, mantendo a rotina de fazer trocas na equipe. Na lateral-esquerda, por exemplo, passou longo tempo optando por improvisar um zagueiro de ofício, Edinho, para ao final decidir colocar um lateral-esquerdo de ofício, Rodrigues Neto. No meio de campo, optou por descartar Falcão, e pareceu sempre nutrir insegurança sobre a titularidade de Zico. Também sofreu pelos seguidos problemas físicos de Rivellino. E por opção aproximou-se do Mundial com uma inclinação pela utilização de um meio-campo mais defensivo e truculento, algumas vezes com mais de um cabeça-de-área na formação (Batista e Chicão), modelo de jogo que o Brasil jamais havia utilizado antes. Decidiu fazer esta mudança sem testá-la antes, já na véspera da Copa do Mundo. Aquilo foi, de certa forma, uma antecipação da implementação do sistema 4-4-2, que ainda não era utilizado no futebol mundial, e só viria a passar a ser utilizado dali a uma década.
No ataque, Coutinho testou diversos nomes. Na ponta-direita, no fim a titularidade recaiu durante a Copa de novo sobre Gil, aquele que tinha sido o dono da camisa 7 no biênio 1976-1977. Como centroavante, parecia inicialmente indeciso entre Reinaldo, do Atlético Mineiro, ou Nunes, do Santa Cruz, mas ao fim voltou a dar espaço para Roberto Dinamite, do Vasco, o artilheiro da seleção nas temporadas 1976 e 1977. Na ponta-esquerda, também fez uma série de testes, repletos de improvisos, até enfim dar a camisa 11 para Dirceu. A grande perda foi Rivellino que, lesionado, chegou a entrar em campo na Argentina, mas sem estar com cem por cento de sua forma física. O camisa 10, e principal jogador do futebol brasileiro naquele momento, entrou em campo na estreia da Copa contra o Suécia, mas depois só retornou, como opção de segundo tempo, na reta final da disputa, na partida contra a Polônia.
Apesar do Mundial ser disputado na Argentina - a maior rival da Seleção Brasileira - havia boas razões pautadas em resultados para fazer crer que um título brasileiro era possível. Diferentemente do período anterior a 1960, quando a frequência de vitórias alvi-celestes era bem superior às verde a amarelas, a Seleção Brasileira vinha levando ampla vantagem no confronto direto. Nos 11 encontros entre Brasil e Argentina entre 1968 e 1977, tinham ocorrido 8 vitórias brasileiras, 2 empates, e 1 única vitória argentina, por 2 a 0 em 1970 em Porto Alegre. Destes confrontos, 4 jogos foram realizados dentro de Buenos Aires, com dois empates em 1971 e duas vitórias brasileiras, por 1 a 0 na Copa América de 75 e por 2 a 1 na Taça do Atlântico de 76. No duelo válido pela Copa do Mundo de 74, a vantagem também foi brasileira, com uma vitória por 2 a 1. Nos Anos 1970, era plena a supremacia do Brasil sobre a Argentina no futebol!
A 11ª Copa do Mundo foi na Argentina, e viria a ser o último Mundial a reunir 16 seleções. As duas principais ausências - entre as seleções de maior tradição - foram o Uruguai (eliminado pela Bolívia) e a Inglaterra (eliminada pela Itália). Na 1ª fase, o Grupo 1 tinha Argentina, Itália, França e Hungria; o Grupo 2 tinha Alemanha Ocidental, Polônia, México e Tunísia; o Grupo 3 tinha Brasil, Espanha, Áustria e Suécia; e o Grupo 4 tinha Holanda, Escócia, Peru e Irã. O primeiro grupo, da anfitriã, era um verdadeiro "grupo da morte", e uma camisa de tradição cairia logo na primeira fase, dado que só dois se classificavam. Quem ficou pelo caminho foi a França, com Argentina e Itália avançando.
Logo na Fase de Grupos, o Brasil já descobriu que tipo de dificuldades iria enfrentar naquela Copa do Mundo. Na estreia, num empate por 1 x 1 contra a Suécia, o juiz galês Clive Thomas encerrou o jogo com a bola no ar numa cobrança de escanteio, a qual terminou com a cabeçada de Zico para o fundo da rede. Reza a lenda que o apito soou com a bola no ar, no meio do trajeto entre o chute do cobrador e a cabeçada de Zico. De nada serviu protestar, o gol foi invalidado.
No segundo jogo, um novo empate, desta vez sem gols, contra a Espanha. Assim, com dois empates nos dois primeiros jogos, a campanha brasileira estava lembrando a da Copa de 74. Desta vez, porém, o último jogo não era contra o frágil Zaire, como fora naquele Mundial. O Brasil tinha pela frente a retranca defensiva da Áustria, e só uma vitória significava a classificação. E com tensão, porque no outro jogo, no mesmo horário, se a Suécia vencesse a Espanha, só uma vitória por dois gols colocaria o Brasil na fase seguinte.
Coutinho mexeu no time. Desistiu da improvisação de um zagueiro na lateral-esquerda. No meio de campo, não abriu mão da estrutura mais defensiva, optando por sacar Zico e lançar Jorge Mendonça em seu lugar, ao invés de sacar Batista ou Cerezo e lançar Zico e Mendonça juntos, para aumentar o poder ofensivo da equipe. No ataque, voltou a lançar aqueles que eram os titulares até o ano anterior - Gil e Roberto Dinamite - tirando a titularidade de Reinaldo. As mudanças ao menos levaram a um resultado positivo: o Brasil fez seu dever de casa, com um gol de Roberto Dinamite aos 40 minutos do 1º tempo, garantindo uma magra vitória por 1 a 0. Porém, o Brasil não dependia só de si para obter a classificação, e o alívio só se deu quando a Espanha marcou sobre os suecos aos 30 minutos do 2º tempo. Se o gol não fosse espanhol, e tivesse sido sueco, os minutos finais daquela partida teriam sido um enorme drama! Suspirando aliviada, a Seleção Brasileira estava classificada à 2ª Fase.
A fase seguinte reunia os oito classificados em 2 grupos de 4, com os primeiros colocados de cada grupo avançando para fazer a final. O Grupo A reuniu Alemanha, Holanda, Itália e Áustria (detalhe para a presença dos dois finalistas do Mundial de 74). A Holanda fez 5 x 1 na Áustria e 2 x 1 na Itália, e empatou em 2 x 2 com a Alemanha Ocidental. Como alemães e italianos também tinham empatado entre eles, os holandeses ficaram em primeiro no grupo e avançaram assim para a sua segunda final de Copa do Mundo consecutiva.
O Grupo B reuniu Argentina, Brasil, Peru e Polônia. O Brasil venceu ao Peru por 3 a 0, com dois gols de Dirceu e um de Zico. Uma boa vitória, porém que seria fatal para os desdobramentos que vieram a seguir. Depois aconteceu o jogo com a Argentina. O Brasil jogou melhor, mas não conseguiu vencer. Se o tivesse feito, teria selado a sua passagem para a final, em plenas terras argentinas. O estádio em Rosário estava absolutamente lotado, cheio de bandeiras argentinas sendo balançadas, e com a torcida cantando o jogo inteiro. Foi um jogo muito faltoso, repleto de entradas muito ríspidas. Muitos o definiram como o pior jogo entre Brasil e Argentina na história. Ninguém conseguiu fazer gols, num nervoso zero a zero que perdurou até o final.
No último jogo, o Brasil venceu à Polônia por 3 a 1 (mesma vantagem de gols que a Argentina havia tido sobre os poloneses, a quem venceu por 2 x 0). Um detalhe importante: os dois jogos não foram no mesmo horário. O Brasil entrou em campo primeiro. Com isto, a Argentina, que começou a enfrentar ao Peru já depois do apito final do jogo entre brasileiros e poloneses, já sabia de qual resultado precisava: uma vitória por 4 x 0 ou mais lhe colocava na final. Por 3 x 0 ou menos, colocava o Brasil na final.
O time peruano era uma boa equipe, tendo ainda a mesma base que havia eliminado à Argentina nas Eliminatórias para a Copa de 70 e que se sagrou campeã da Copa América de 75, um time que tinha craques como Chumpitaz, Oblitas e Teófilo Cubillas. Mas daquela vez, em 1978, no gol estava o argentino naturalizado peruano Quiroga.
Os dois países, além de irmanados pela língua espanhola, tinham o mesmo libertador do período colonial, o general argentino José de San Martin. Ambos viviam sob Ditadura Militar (na Argentina com o general Videla e no Peru com o general Francisco Bermúdez). Neste dia, inclusive, os dois generais se reuniram antes do jogo, e posteriormente a ele, após o apito final, estiveram juntos nos vestiários de Peru e de Argentina.
O jogo começou e os argentinos tinham um amplo domínio. O primeiro tempo terminou 2 a 0. Logo na volta do intervalo a fatura se definiu, com dois gols seguidos. Aos 4 minutos do 2º tempo o placar já apontava os 4 x 0 necessários para os argentinos. Ainda houve tempo para mais dois. Final: Argentina 6 x 0 Peru.
Os argentinos foram para a final. Venceram a Holanda por 3 x 1 na prorrogação, após um empate por 1 a 1 no tempo normal. Ainda levaram uma bola na trave no minuto derradeiro do tempo regulamentar, a qual, se tivesse entrado, teria dado o título aos holandeses. Assim, conquistaram o primeiro título mundial de sua história.
O Brasil venceu à Itália e ficou com o terceiro lugar. Com quatro vitórias e três empates, a Seleção Brasileira terminou a Copa de 78 invicta. No desembarque no país, questionado pela imprensa, Cláudio Coutinho disse: "nós fomos os campeões morais". Alguns anos depois, jogadores peruanos deram declarações afirmando que alguns companheiros de equipe receberam dinheiro do governo argentino para entregar o jogo, o que jamais foi comprovado.
Mais uma vez derrotada numa semifinal, assim como em 1974, a Seleção Brasileira também teve a um de seus jogadores escolhido para a "Seleção da Copa" eleita pela FIFA, que ficou sendo formada por: Fillol (Argentina), Berti Vogts (Alemanha Ocidental), Daniel Passarela (Argentina), Tarantini (Argentina) e Ruud Krol (Holanda); Causio (Itália), Rensenbrink (Holanda) e Teófilo Cubillas (Peru); Bertoni (Argentina), Mário Kempes (Argentina) e Dirceu (Brasil). Nas 9 edições de Copa do Mundo disputadas entre 1938 e 1978, somente na edição de 1966 não houve nenhum brasileiro escolhido para figurar no "Onze Ideal" do torneio.
O futebol apresentado pelo Brasil entre 1976 e 1978 foi competitivo, ao menos em resultados, pois estes foram bastante eficientes. Tanto que a Seleção Brasileira deixou o Mundial 78 sem derrota, invicta, ainda que o Brasil não tenha sido o campeão mundial. Somando-se aos resultados de 1976 e 1977, quando a Seleção Brasileira ficou 33 jogos sem perder, em 1978 foram acrescentados mais 20 jogos, com 13 vitórias, 6 empates e 1 derrota. Assim, nos três anos somados, a Seleção Brasileira tinha entrado 53 vezes em campo, obtendo 37 vitórias, 15 empates e apenas 1 derrota, por 1 a 0 para a França em Paris (ainda assim com o gol francês convertido por Michel Platini tendo sido já aos 41 minutos do 2º tempo; logo, por pouco não tendo sido mais um empate).
Mas o sentimento nacional era de uma enorme frustração. Afinal, ainda que nas 6 edições de Copa do Mundo disputadas entre 1958 e 1978 - um intervalo de 21 anos portanto - o Brasil tivesse terminado 5 vezes entre as 4 melhores seleções de futebol do planeta, para quem havia sido três vezes campeão, isto era pouco, pois só o título era sinônimo de sucesso. Assim, os Anos 1970 estavam sendo considerados um enorme fracasso para o futebol brasileiro.
JOGOS NO ANO:
12/03/1978 - BRASIL 7 x 0 Seleção Fluminense (Brasil)
Amistoso - Estádio Caio Martins, Niterói
Gols: Zico (5), Nunes e Rivellino
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Batista (Internacional)), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Tarciso (Grêmio), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Nunes (Santa Cruz)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Sel.Fluminense: Paulo Sergio (Volta Redonda) (Augusto (Goytacaz)), Marinho (Americano) (Totonho (Goytacaz)), Paulo Marcos (Goytacaz) (Luizinho (Americano)), Adilço (Americano) e Jorge Luís (Americano) (Waldir (Volta Redonda)); Índio (Americano), Coca (Goytacaz) (Sérgio (Goytacaz)), Wilson Bispo (Goytacaz) e Luís Carlos (Americano) (Aílson (Costeira)), Té (Volta Redonda) e Paulo César (Volta Redonda).
Téc: Pinheiro
19/03/1978 - BRASIL 3 x 1 Seleção Goiana (Brasil)
Amistoso - Estádio Serra Dourada, Goiânia
Gols: Reinaldo, Zico, Rinaldo e Tarciso
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) (Polozzi (Ponte Preta)) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Tarciso (Grêmio), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Nunes (Santa Cruz)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Sel.Goiana: Marcus (Goiás), Nonoca (Goiás), Wilson (Atlético Goianiense), Zé Luiz (Goiás) e Donizete (Goiás); Matinha (Goiás) (Celso (Vila Nova)), Pastoril (Goiás) (Gilberto (Vila Nova)) e Sérgio Luís (Vila Nova); Píter (Goiás), Rangel (Vila Nova) e Rinaldo (Goiás).
Téc: Paulinho de Almeida
22/03/1978 - BRASIL 1 x 0 Seleção Paranaense (Brasil)
Amistoso - Estádio Couto Pereira, Curitiba
Gol: Nunes
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Batista (Internacional)), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Tarciso (Grêmio), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Nunes (Santa Cruz)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Sel.Paranaense: Altevir (Coritiba), Hermes (Coritiba), Gilberto (Atlético Paranaense), Deodoro (Coritiba) e Cláudio Marques (Coritiba) (Raul Giustozzi (Colorado)); Rotta (Atlético Paranaense) (Adílson (Coritiba)), Didi (Grêmio Maringá) e Nivaldo (Grêmio Maringá); Aladim (Atlético Paranaense), Bira Lopes (Atlético Paranaense) (Edu (Colorado)) e Wilton (Coritiba).
Téc: Odilon Silva
01/04/1978 - BRASIL 0 x 1 FRANÇA
Amistoso - Parc des Princes, Paris, França
Gol: Platini (41'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Tarciso (Grêmio) (Gil (Botafogo)), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Nunes (Santa Cruz)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
França: Jean-Paul Bertrand-Demanes (Nantes), Patrick Battiston (Metz) (François Bracci (Olympique Marselha)), Patrice Rio (Nantes), Maxime Bossis (Nantes) e Christian López (Saint-Étienne); Jean-Marc Guillou (Nice), Henri Michel (Nantes) (Jean Petit (Monaco)) e Michel Platini (Nancy); Bruno Baronchelli (Nantes), Marc Berdoll (Olympique Marselha) e Loic Amisse (Nantes) (Didier Six (Lens)).
Téc: Michel Hidalgo
05/04/1978 - BRASIL 1 x 0 ALEMANHA OCIDENTAL
Amistoso - Volksparkstadion, Hamburgo, Alemanha Ocidental
Gol: Nunes (31'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Zé Maria (Corinthians), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense) (Batista (Internacional)); Gil (Botafogo), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Nunes (Santa Cruz)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Alemanha: Sepp Maier (Bayern Munique), Berti Vogts (Borussia Monchengladbach), Manfred Kaltz (Hamburgo), Rolf Russmann (Schalke 04) e Bernhard Dietz (Duisburg) (Karlheinz Forster (Stuttgart)); Rainer Bonhof (Borussia Monchengladbach), Erich Beer (Hertha Berlim) (Ronnie Worm (Duisburg)) e Heinz Flohe (Koln); Rudiger Abramczik (Schalke 04) (Hansi Muller (Stuttgart)), Klaus Fischer (Schalke 04) e Karl-Heinz Rummenigge (Bayern Munique).
Téc: Helmut Schon
10/04/1978 - BRASIL 6 x 1 Al-Ahly Jeddah (Arábia Saudita)
Amistoso - Estádio Príncipe Abdullah Al-Faisal, Jedá, Arábia Saudita
Gols: Toninho Cerezo, Nunes (2), Gil, Jorge Mendonça, Toninho Baiano e Fuad Rizik
Brasil: Carlos (Ponte Preta), (Leão (Palmeiras)), Zé Maria (Corinthians) (Toninho Baiano (Flamengo)), Oscar (Ponte Preta) (Abel Braga (Vasco)), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Rivellino (Fluminense)) e Zico (Flamengo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)); Gil (Botafogo), Nunes (Santa Cruz) e Romeu (Corinthians).
Téc: Cláudio Coutinho
Al Ahli: Ali Ahmed (Adel Rawas), Ed Fahd, Abdel Razak, Wahid Johar e Ibrahim Meriki (Mohamed Bakhit); Ahmed Sageir, Kalal Traik (Ismail Hamza) e Fuad Rizik; Emad Khogall, Saoud Sammaro (Habi Saad) e Amin Daby.
Téc: Didi
13/04/1978 - BRASIL 2 x 0 Internazionale (Itália)
Amistoso - Estádio San Siro, Milão, Itália
Gols: Nunes e Dirceu
Brasil: Leão (Palmeiras), Zé Maria (Corinthians), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) (Polozzi (Ponte Preta)) e Rodrigues Neto (Botafogo); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)) e Rivellino (Fluminense) (Batista (Internacional)); Gil (Botafogo) (Tarciso (Grêmio)), Nunes (Santa Cruz) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Internazionale: Ivano Bordon (Renato Cipollini), Giuseppe Baresi, Nazzareno Canuti, Graziano Bini e Adriano Fedele (Angiolino Gasparini); Gabriele Oriali, Giampiero Marini (Giorgio Roselli) e Claudio Merlo (Odoacre Chierico); Giuseppe Pavoni (Roberto Tricella), Alessandro Altobelli e Pietro Anastasi (Carlo Muraro).
Téc: Eugenio Bersellini
19/04/1978 - BRASIL 1 x 1 INGLATERRA
Amistoso - Estádio de Wembley, Londres, Inglaterra
Gols: Gil (10'1T) e Kevin Keegan (25'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Zé Maria (Corinthians), Abel Braga (Vasco), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Gil (Botafogo), Nunes (Santa Cruz) (Batista (Internacional)) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Inglaterra: Joe Corrigan (Manchester City), Mick Mills (Ipswich), Dave Watson (Manchester City), Brian Greenhoff (Manchester United) e Trevor Cherry (Leeds United); Tony Currie (Leeds United), Steve Coppell (Manchester United) e Kevin Keegan (Hamburgo/ALE); Trevor Francis (Birmingham), Bob Latchford (Everton) e Peter Barnes (Manchester City).
Téc: Ron Greenwood
21/04/1978 - BRASIL 3 x 0 Atlético de Madrid (Espanha)
Amistoso - Estádio Vicente Calderón, Madrid, Espanha
Gols: Nunes, Edinho e Jorge Mendonça
Brasil: Leão (Palmeiras) (Carlos (Ponte Preta)), Zé Maria (Corinthians) (Toninho Baiano (Flamengo)), Abel Braga (Vasco), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense) (Rodrigues Neto (Botafogo)); Batista (Internacional), Dirceu (Vasco) e Zico (Flamengo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)); Gil (Botafogo) (Tarciso (Grêmio)), Nunes (Santa Cruz) (Reinaldo (Atlético Mineiro)) e Romeu (Corinthians).
Téc: Cláudio Coutinho
Atlético de Madrid: Miguel Reina, Marcelino Pérez, Eusébio, Luís Pereira e José Luis Capón; Marcial Pino (Robí), Alberto Fernández e Eugenio Leal; Leivinha (Francisco Bermejo), Rubén Ayala e Rubén Cano (Juan Rubio).
Téc: Luis Aragonés
01/05/1978 - BRASIL 3 x 0 PERU
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Zico (34'1T), Reinaldo (24'2T) e (41'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense) (Dirceu (Vasco)); Zé Sérgio (São Paulo) e Nunes (Santa Cruz) (Reinaldo (Atlético Mineiro)).
Téc: Cláudio Coutinho
Peru: Ramón Quiroga (Sporting Cristal), José Navarro (Sporting Cristal), Rodolfo Manzo (Deportivo Municipal), Héctor Chumpitaz (Sporting Cristal) e Toribio Díaz (Sporting Cristal); José Manuel Velásquez (Alianza Lima), Alfredo Quesada (Sporting Cristal) (Raul Gorriti (Sporting Cristal)) e Teófilo Cubillas (Alianza Lima); Juan José Muñante (Pumas de UNAM/MEX) (Roberto Mosquera (Sporting Cristal)), Percy Rojas (Sporting Cristal) (Guillermo La Rosa (Alianza Lima)) e Juan Carlos Oblitas (Sporting Cristal).
Téc: Marcos Calderón
13/05/1978 - BRASIL 0 x 0 Seleção Pernambucana (Brasil)
Amistoso - Estádio do Arruda, Recife
Brasil: Leão (Palmeiras), Zé Maria (Corinthians) (Toninho Baiano (Flamengo)), Oscar (Ponte Preta), Polozzi (Ponte Preta) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) e Zico (Flamengo); Zé Sérgio (São Paulo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)), Nunes (Santa Cruz) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Sel.Pernambucana: Joel Mendes (Santa Cruz), Carlos Alberto Barbosa (Santa Cruz) (Jorge Luís (Náutico)), Marião (Náutico), Paranhos (Santa Cruz) e Chico Fraga (Náutico) (Darcy (Náutico)); Givanildo (Santa Cruz), Mauro Madureira (Sport Recife) (Didi Duarte (Náutico)) e Biro-Biro (Sport Recife) (Wilson Carrasco (Santa Cruz)); Luiz Fumanchu (Santa Cruz), Campos (Náutico) (Totonho (Sport Recife)) e Joãozinho (Santa Cruz).
Téc: Evaristo de Macedo
17/05/1978 - BRASIL 2 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Reinaldo (34'1T) e Zico (39'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Zé Maria (Corinthians) (Toninho Baiano (Flamengo)), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Zé Sérgio (São Paulo) e Reinaldo (Atlético Mineiro) (Roberto Dinamite (Vasco)).
Téc: Cláudio Coutinho
Tchecos: Zdenek Hruska (Bohemians Praga), Jozef Barmos (Inter Bratislava), Jan Fiala (Dukla Praga), Anton Ondrus (Slovan Bratislava) e Koloman Gogh (Slovan Bratislava); Jan Kozak (Lokomotiva Kosice), Karel Jarusek (Zbrojovka Brno) (Oldrich Rott (Dukla Praga)) e Ivan Bilsky (Dukla Praga) (Miroslav Gajdusek (Dukla Praga)); Marian Masny (Slovan Bratislava), Karel Kroupa (Zbrojovka Brno) e Zdenek Nehoda (Dukla Praga).
Téc: Vaclav Jezek
25/05/1978 - BRASIL 2 x 2 Seleção Gaúcha (Brasil)
Amistoso - Estádio Beira-Rio, Porto Alegre
Gols: Toninho Baiano, Nelinho, Lúcio e Éder
Brasil: Leão (Palmeiras) (Carlos (Ponte Preta)), Nelinho (Cruzeiro) (Zé Sérgio (São Paulo)), Abel Braga (Vasco), Polozzi (Ponte Preta) e Rodrigues Neto (Botafogo); Chicão (São Paulo), Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Dirceu (Vasco)) e Jorge Mendonça (Palmeiras); Toninho Baiano (Flamengo) e Reinaldo (Atlético Mineiro) (Roberto Dinamite (Vasco)).
Téc: Cláudio Coutinho
Sel.Gaúcha: Wálter Corbo (Grêmio), Lúcio (Internacional), Francisco Salomón (Internacional), Oberdan (Grêmio) e Jorge Tabajara (Grêmio) (Ladinho (Grêmio)); Caçapava (Internacional) (Jair (Internacional)), Falcão (Internacional) e Thadeu Ricci (Grêmio); Tarciso (Grêmio), André Catimba (Grêmio) e Éder (Grêmio).
Téc: Aparício Viana e Silva
03/06/1978 - BRASIL 1 x 1 SUÉCIA
Copa do Mundo - Estádio José María Minella, Mar del Plata, Argentina
Gols: Sjoberg (37'1T) e Reinaldo (45'1T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Dirceu (Vasco)), Zico (Flamengo) e Rivellino (Fluminense); Gil (Botafogo) (Nelinho (Cruzeiro)) e Reinaldo (Atlético Mineiro).
Téc: Cláudio Coutinho
Suécia: Ronnie Hellstrom (Kaiserslautern), Hasse Borg (Eintracht Braunschweig), Roy Andersson (Malmoe), Bjorn Nordqvist (IFK) e Ingemar Erlandsson (Malmoe); Staffan Tapper (Malmoe), Andres Linderoth (Olympique Marselha/FRA) e Bo-Goran Larsson (Malmoe); Lennart Larsson (Schalke 04/ALE) (Ralf Edstrom (IFK)), Thomas Sjoberg (Malmoe) e Benny Wendt (Kaiserslautern/ALE).
Téc: Georg Ericsson
07/06/1978 - BRASIL 0 x 0 ESPANHA
Copa do Mundo - Estádio José María Minella, Mar del Plata, Argentina
Brasil: Leão (Palmeiras), Nelinho (Cruzeiro) (Gil (Botafogo)), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) e Zico (Flamengo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)); Toninho Baiano (Flamengo), Reinaldo (Atlético Mineiro) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Espanha: Miguel Ángel Gutiérrez (Real Madrid), Francisco Uría (Sporting Gijón) (Antonio Guzmán (Rayo Vallecano)), Migueli (Barcelona) (Antonio Biosca (Betis)), Antonio Olmo (Barcelona) e Marcelino Pérez (Atlético de Madrid); Isidro San José (Real Madrid), Juan Manuel Asensi (Barcelona) e Eugenio Leal (Atlético de Madrid); Julio Cardeñosa (Betis), Juanito (Real Madrid) e Santillana (Real Madrid).
Téc: Ladislao Kubala
11/06/1978 - BRASIL 1 x 0 ÁUSTRIA
Copa do Mundo - Estádio José María Minella, Mar del Plata, Argentina
Gol: Roberto Dinamite (40'1T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Rodrigues Neto (Botafogo); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Chicão (São Paulo)) e Jorge Mendonça (Palmeiras) (Zico (Flamengo)); Gil (Botafogo), Roberto Dinamite (Vasco) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Áustria: Friedl Koncilia (Wacker Innsbruck), Robert Sara (Austria Viena), Erich Obermayer (Austria Viena), Bruno Pezzey (Wacker Innsbruck) e Gerd Breitenberger (Voest Linz); Josef Hickersberger (Fortuna Düsseldorf/ALE) (Heribert Weber (Sturm Graz)), Herbert Prohaska (Austria Viena) e Edi Krieger (Brugge/BEL) (Gunther Happich (Wiener)); Kurt Jara (Duisburg/ALE), Willy Kreuz (Feyenoord/HOL) e Hans Krankl (Rapid Viena).
Téc: Helmut Senekowitsch
14/06/1978 - BRASIL 3 x 0 PERU
Copa do Mundo - Estádio Malvinas Argentinas, Mendoza, Argentina
Gols: Dirceu (15'1T) e (27'1T), e Zico (27'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Rodrigues Neto (Botafogo); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Chicão (São Paulo)) e Jorge Mendonça (Palmeiras); Gil (Botafogo) (Zico (Flamengo)), Roberto Dinamite (Vasco) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Peru: Ramón Quiroga (Sporting Cristal), Jaime Duarte (Alianza Lima), Rodolfo Manzo (Deportivo Municipal), Héctor Chumpitaz (Sporting Cristal) e Toribio Díaz (Sporting Cristal) (José Navarro (Sporting Cristal)); José Manuel Velásquez (Alianza Lima), César Cueto (Alianza Lima) e Teófilo Cubillas (Alianza Lima); Juan José Muñante (Pumas de UNAM/MEX), Guillermo La Rosa (Alianza Lima) e Juan Carlos Oblitas (Sporting Cristal) (Percy Rojas (Sporting Cristal)).
Téc: Marcos Calderón
18/06/1978 - BRASIL 0 x 0 ARGENTINA
Copa do Mundo - Estádio Arroyito, Rosário, Argentina
Brasil: Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Rodrigues Neto (Botafogo) (Edinho (Fluminense)); Chicão (São Paulo), Batista (Internacional) e Jorge Mendonça (Palmeiras) (Zico (Flamengo)); Gil (Botafogo), Roberto Dinamite (Vasco) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Argentina: Ubaldo Fillol (River Plate), Jorge Olguín (San Lorenzo), Luis Galván (Talleres), Daniel Passarella (River Plate) e Alberto Tarantini (Boca Juniors); Américo Gallego (Newell's Old Boys), Osvaldo Ardiles (Huracán) (Ricardo Villa (Racing)) e Mario Kempes (Valencia/ESP); Leopoldo Luque (River Plate), Daniel Bertoni (Independiente) e Oscar Ortiz (River Plate)
(Norberto Alonso (River Plate)).
Téc: César Luís Menotti
21/06/1978 - BRASIL 3 x 1 POLÔNIA
Copa do Mundo - Estádio Malvinas Argentinas, Mendoza, Argentina
Gols: Nelinho (13'1T), Lato (45'1T), e Roberto Dinamite (13'2T) e (18'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Nelinho (Cruzeiro), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Toninho Baiano (Flamengo); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Rivellino (Fluminense)) e Zico (Flamengo) (Jorge Mendonça (Palmeiras)); Gil (Botafogo), Roberto Dinamite (Vasco) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Polônia: Zygmunt Kukla (Stal Mielec), Antoni Szymanowski (Wisla Cracóvia), Jerzy Gorgon (Gornik Zabrze), Wladyslaw Zmuda (Slask Wroclaw) e Henryk Maculewicz (Wisla Cracóvia); Adam Nawalka (Wisla Cracóvia), Kazimierz Deyna (Legia Varsóvia) e Henryk Kasperczak (Stal Mielec) (Wlodzimierz Lubanski (Lokeren)); Grzegorz Lato (Stal Mielec), Zbigniew Boniek (Widzew Lodz) e Andrzej Szarmach (Stal Mielec).
Téc: Jacek Gmoch
24/06/1978 - BRASIL 2 x 1 ITÁLIA
Copa do Mundo - Estádio Monumental de Núñez, Buenos Aires, Argentina
Gols: Causio (38'1T), Nelinho (19'2T) e Dirceu (26'2T)
Brasil: Leão (Palmeiras), Nelinho (Cruzeiro), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Rodrigues Neto (Botafogo); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Rivellino (Fluminense)) e Jorge Mendonça (Palmeiras); Gil (Botafogo) (Reinaldo (Atlético Mineiro)), Roberto Dinamite (Vasco) e Dirceu (Vasco).
Téc: Cláudio Coutinho
Itália: Dino Zoff (Juventus), Antonello Cuccureddu (Juventus), Claudio Gentile (Juventus), Gaetano Scirea (Juventus) e Antonio Cabrini (Juventus); Aldo Maldera (Juventus), Giancarlo Antognoni (Fiorentina) (Claudio Sala (Torino)) e Patrizio Sala (Torino); Franco Causio (Juventus), Paolo Rossi (Vicenza) e Roberto Bettega (Juventus).
Téc: Enzo Bearzot
RESUMO:
Seleção Brasileira de 1978:
Leão (Palmeiras), Toninho Baiano (Flamengo), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Edinho (Fluminense) (Rodrigues Neto (Botafogo)); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético Mineiro) (Rivellino (Fluminense)) e Jorge Mendonça (Palmeiras) (Zico (Flamengo)); Gil (Botafogo), Reinaldo (Atlético Mineiro) (Roberto Dinamite (Vasco) (Nunes (Santa Cruz))) e Dirceu (Vasco).
Artilharia: Zico (9), Nunes (7), Reinaldo (5), Dirceu (4), Nelinho (3), Roberto Dinamite (3), Gil (2), Jorge Mendonça (2), Toninho Baiano (2), Rivellino (1), Tarciso (1), Toninho Cerezo (1) e Edinho (1)
Participação:
20 jogos: Emerson Leão
19 jogos: --
18 jogos: Amaral, Batista, Toninho Cerezo, Zico e Dirceu
17 jogos: Oscar
16 jogos: Toninho Baiano
15 jogos: --
14 jogos: Edinho
13 jogos: Rivellino e Gil
12 jogos: Reinaldo
11 jogos: Jorge Mendonça e Nunes
10 jogos: --
9 jogos: --
8 jogos: --
7 jogos: Zé Maria, Rodrigues Neto e Roberto Dinamite
6 jogos: Tarciso
5 jogos: Nelinho
4 jogos: Abel Braga, Polozzi, Chicão e Zé Sérgio
3 jogos: Carlos
2 jogos: Romeu
1 jogo: --

























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