Insatisfeita com os resultados obtidos no biênio 1987-1988, a Confederação Brasileira decidiu novamente trocar o treinador da seleção. O escolhido para ocupar a vaga deixada por Carlos Alberto Silva foi Sebastião Lazaroni, um jovem treinador que acumulava passagens por Flamengo e Vasco sem resultados expressivos a nível nacional, mas que tinha sido Tri-Campeão do Campeonato Carioca em 1986, 87 e 88. Estava longe de ser um nome de consenso. Foi uma escolha que levantou inúmeras críticas e desconfianças, ainda mais depois do alto grau de concentração, em suas primeiras convocações, de jogadores que tinham trabalhado com ele nos dois clubes cariocas.
O ano de 1989 seria de agenda cheia para a Seleção Brasileira, com eventos muito importantes em seu calendário: o Brasil voltou a ser a sede da Copa América após 40 anos, o mesmo tempo desde o qual não conquistava o título da competição. A Seleção Brasileira só havia sido campeã sul-americana em três oportunidades, e justamente nos três únicos anos nos quais abrigou a disputa, em 1919, 1922 e 1949. Exigia-se a quarta conquista na quarta vez que seria a sede. Sem títulos expressivos nos Anos 1970 e 1980, cobrava-se por resultados a todo custo! E aquele também era ano de disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990 na Itália. A responsabilidade por cima do trabalho de Lazaroni era grande...
Romário
Seu trabalho se iniciou utilizando apenas jogadores brasileiros que atuavam no futebol nacional, assim como vinha sendo feito por seu antecessor. Desta forma, a seleção venceu a Equador, Paraguai e Peru em amistosos. Lazaroni também comandou a Seleção Brasileira em um jogo festivo na Europa - uma festa de despedida para Zico com a camisa verde e amarela - quando atuaram apenas jogadores brasileiros que defendiam clubes europeus. E naquele momento já eram muitos: sem restrição na quantidade de substituições, nesta partida entraram em campo um total de 20 jogadores que defendiam clubes em quatro diferentes países: Portugal (9), Itália (9), França (1) e Holanda (1). Foi um período de experiências como nunca antes o Brasil havia visto em sua seleção: Sebastião Lazaroni veio a testar um impressionante total de 52 jogadores durante os amistosos de 1989!
A arrancada com bons resultados diminuiu a desconfiança sobre o trabalho do treinador. Mas não tardou a ela voltar. A Seleção Brasileira empatou em Lima contra o Peru e goleou a Portugal no Maracanã por 4 a 0. Viajou então para a Europa para disputar um torneio comemorativo do centenário da Federação Dinamarquesa de Futebol. Nesta viagem, a dificuldade de jogar contra o estilo de jogo nórdico voltou a se manifestar, primeiro com a seleção sendo derrotada por 2 a 1 pela Suécia, e depois sendo goleada por implacáveis 4 a 0 pela anfitriã Dinamarca, de Morten Olsen, dos irmãos Michael e Brian Laudrup, e do técnico Sepp Piontek, a mesma base que três anos antes havia surpreendido ao mundo no México e sido apelidada de "Dinamáquina".
Aquela passagem pela Europa foi sofrível! A Seleção Brasileira ainda foi derrotada pela Suíça e empatou contra o Milan, da Itália (considerado naquele momento como o melhor time do futebol europeu). Se não restasse apenas dez dias para o início da Copa América, talvez o trabalho de Sebastião Lazaroni tivesse sido interrompido naquele momento. Para que não fosse, só o título da Copa América o salvaria.
E para a disputa da competição, Sebastião Lazaroni decidiu inovar, "europeizando" o estilo de jogo brasileiro e levando a Seleção Brasileira a atuar, pela primeira vez em sua história, com um sistema tático utilizando três zagueiros. Os laterais fariam o papel de alas, e um dos zagueiros sobrava na posição de "líbero", flutuando como último homem na sobra. Foi assim que o Brasil iniciou sua campanha naquela Copa América contra a Venezuela, sem sequer ter testado aquele esquema tático nos amistosos anteriores. Mas de todo não seria uma total novidade completa, pois dos 22 convocados, 10 atuavam no futebol europeu, onde tal esquema era bastante comum. Foi a primeira vez em sua história que a Seleção Brasileira contou com tantos jogadores que defendiam a clubes da Europa, eles eram a metade dos convocados.
A Copa América de 1989 teve uma nova mudança de formato em relação às edições anteriores: as 10 seleções foram divididas em 2 grupos de 5, nos quais os dois primeiros colocados avançavam para disputar um Quadrangular Final em que todos se enfrentavam contra todos para definir ao campeão. Só duas edições vieram a ter este formato, a de 1989 disputada no Brasil, e a de 1991 disputada no Chile.
Os três primeiros jogos da Seleção Brasileira foram em Salvador, com uma vitória por 3 x 1 sobre a Venezuela (considerada muito magra por mídia e torcedores, que estavam acostumados a ver o Brasil aplicar goleadas sobre os venezuelanos até então). Foi a primeira vez na história que a Venezuela fez um gol sobre a Seleção Brasileira, em tento marcado por Carlos Maldonado. Até antes daquela partida tinham sido 7 jogos e 7 vitórias brasileiras (aquela foi a 8ª em oito confrontos) com 32 gols marcados (média de 4,6 por partida) e nenhum sofrido.
Na sequência, sob críticas, houve dois empates sem gols contra Peru e Colômbia, em jogos marcados pelas vaias da torcida baiana, que exigia a presença em campo do centroavante Charles, ídolo da torcida local. Ele não entrou em campo em nenhum dos três jogos. Apesar da crítica local pontual, havia uma crítica que era uníssona e generalizada: o Brasil havia perdido a sua vocação ofensiva, e o esquema tático utilizado por Lazaroni era defensivo demais. Este era um diagnóstico em comum no país inteiro.
Com os três resultados bem abaixo do esperado nos três primeiros jogos, a situação brasileira ficou incômoda: o Paraguai havia vencido a seus três jogos, tendo 6 pontos, enquanto o Brasil tinha 4, seguido pela Colômbia com 3 e o Peru com 2 pontos. Peruanos e colombianos se enfrentavam. Em seu último e decisivo jogo na 1ª Fase, o Brasil mudava de sede, enfrentando ao Paraguai em Recife. Como dois avançavam à fase final, um empate brasileiro e uma vitória colombiana poderiam eliminar a Seleção Brasileira logo na Fase de Grupos.
Foi tenso. Apesar do forte apoio da torcida pernambucana, o Brasil não conseguiu sair do zero a zero no 1º tempo. Porém, a sorte começou a mudar logo aos 2 minutos do 2º tempo, quando Bebeto abriu o placar. Foi ele mesmo quem ampliou aos 37 e sacramentou a vaga no Quadrangular Final, no qual Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai se enfrentariam no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Na fase final, o primeiro jogo do quadrangular já era uma pedreira, a Seleção Brasileira tinha pela frente à Argentina, com Maradona, Burruchaga e Caniggia. Era quase uma final antecipada, disputada numa noite de quarta-feira na qual o Maracanã recebeu 110 mil pessoas para ver a uma rodada dupla. Primeiro, vitória arrasadora de 3 a 0 do Uruguai sobre o Paraguai. No jogo principal, brasileiros e argentinos fizeram um primeiro tempo tenso e sem gols, mas bastante movimentado. Logo no início do 2º tempo, uma obra prima de Bebeto: aos três minutos, uma bola ajeitada a meia altura e ele acertou um voleio lindo, sem chance para o goleiro Pumpido, Brasil 1 a 0. O jogo ainda assim seguiu duríssimo, no qual Maradona era uma ameaça constante. O Brasil só respirou aliviado aos 20 minutos, quando Romário marcou 2 a 0.
Dois dias depois, numa noite de sexta-feira, 64 mil pessoas estavam no Maracanã e viram Maradona acertar o travessão num chute que partiu próximo à linha do meio de campo. Ainda assim, seu time perdeu por 2 a 0 para o Uruguai, com dois gols de Ruben Sosa, e deu adeus às chances de ser campeão. No jogo principal, o Brasil fez 3 a 0 no Paraguai sem muita dificuldade, com dois gols de Bebeto e um de Romário. A dupla de ataque brasileira estava infernal!
No domingo, dia 16 de julho, o Maracanã recebeu um público de 133 mil pessoas. No ar, o fantasma do Maracanazo de 1950. O time uruguaio era muito forte, tendo como sua principal estrela a Enzo Francescoli com a camisa 10, além de ter a garra do zagueiro Hugo De León, e craques de talento diferenciado como Ruben Paz e Ruben Sosa.
Foi um jogo duríssimo e sofrido, que se arrastava num tenso empate sem gols. Até que veio a bola do jogo: logo no início da etapa final, num contra-golpe que começou pelo lado direito de ataque do Brasil com o improvisado Mazinho, lateral-esquerdo de origem, que avançou ao fundo e cruzou. O goleiro Zeoli tentou sair de soco, mas o baixinho Romário se antecipou e, abaixando a cabeça, tocou para o gol. Explosão de alegria! 1 a 0!
O jogo foi sofrido até o minuto final, mas o Brasil segurou esta vantagem. Quando o juiz apitou o fim de jogo, o Brasil gritava novamente "Campeão!", um grito entalado desde 1970! Como já lembrado, era tão só a 4ª vez que a Seleção Brasileira conquistava o título continental, com a última tendo sido 40 anos antes, em 1949.
Mas não houve tempo para respirar ou comemorar muito. Duas semanas após a conquista da Copa América, a Seleção Brasileira iniciava a sua luta nas Eliminatórias. Eram três grupos de três, já que a Argentina, então campeã do mundo, já estava automaticamente classificada para o Mundial.
O grupo brasileiro tinha a Venezuela e Chile. Os comandados de Lazaroni não tiveram qualquer dificuldade contra a Venezuela, goleando por 4 a 0 em Caracas e por 6 a 0 em São Paulo. Já contra o Chile, a parada foi bem mais dura! Em Santiago, empate por 1 a 1, numa partida violentíssima. O jogo de volta foi no Rio de Janeiro. Para o Brasil, o empate bastava para obter a classificação. O Maracanã recebeu um público de 141 mil pessoas.
Careca, aos 4 minutos do 2º tempo, pôs 1 a 0 para o Brasil no placar. Pouco mais de vinte minutos depois, um foguete sinalizador caiu dentro de campo, atirado pela torcida brasileira. O goleiro Roberto Rojas, que atuava pelo São Paulo, caiu então na área. Ao se aproximarem, o árbitro e seus companheiros o encontraram ensanguentado. Os jogadores chilenos o carregaram para fora de campo e se retiraram da partida, que foi dada por encerrada. A torcedora responsável pelo disparo foi imediatamente identificada e detida por policiais: Rosenery Mello. O incidente explicitava uma falta gravíssima de segurança no estádio. Ninguém sabia quais seriam as consequências.
No dia seguinte, uma foto em primeira página no jornal carioca "O Globo" mostrava claramente que o rojão sinalizador havia caído longe do arqueiro chileno. No mesmo dia apareceu uma imagem de televisão flagrando que Rojas retirou uma lâmina de barbear de dentro da luva e a passou em seu supercílio, iniciando o sangramento. O tribunal da FIFA recebeu todas as provas e intimou os envolvidos a deporem. Dois chilenos (ambos jogavam no Brasil) assumiram a premeditação da farsa: o goleiro Rojas e o zagueiro Fernando Astengo, do Grêmio. Eles não contavam com o foguete, só aproveitaram a oportunidade. A ideia era simular uma pedrada, para, sob a alegação de falta de segurança, forçar uma nova partida em campo neutro. A FIFA declarou WO em favor do Brasil por abandono de campo (placar oficial de 2 a 0), baniu Rojas e Astengo do futebol, e suspendeu o Chile por 4 anos, o que lhe retirava automaticamente das Eliminatórias e da Copa do Mundo de 1994, como de fato aconteceu.
O final da década de 1980 foi marcada por intensas mudanças no estilo de jogo do futebol brasileiro. Ninguém queria mais o "joga bonito, mas não ganha troféu". Não interessava se a ofensividade do estilo de jogo verde e amarelo encantava ao mundo, o Brasil queria voltar a ser campeão. Após a derrota no Estádio Sarriá em 1982 decidiu-se que era preciso jogar para ganhar, mais do que para encantar. A vitória da Itália por 3 a 2 significou muito e teve importância para o Brasil sentir a necessidade de mudar. Aquela equipe brasileira de 82 era tecnicamente fantástica, uma máquina de fazer gols, mas não era tão eficiente quanto se imaginava. Era hora de fazer a Seleção Brasileira ser mais eficiente defensivamente.
Houve três mudanças muito significativas no estilo do futebol brasileiro como um todo no fim dos Anos 1980: primeiro com a importância de se implementar um padrão tático que deixasse as equipes brasileiras menos vulneráveis defensivamente, o segundo era diminuir a leveza do jogo brasileiro, com seus jogadores franzinos e rápidos, que apesar de ariscos, eram vulneráveis a marcações mais ríspidas da defesa adversária, e o terceiro foram as mudanças impostas pela globalização econômica e a consequente migração massiva de brasileiros para a Europa, que mudou muito algumas das características destes jogadores. A implementação de um estilo "mais europeu" ainda precisava de mais adaptações, mas a tendência de fortalecimento defensivo havia chegado para ficar.
O futebol brasileiro também estava com uma dificuldade crescente para vencer o futebol mais ríspido de seus adversários na América do Sul. Era hora de perder a pureza, abdicar de querer se impor só jogando bonito, e vencer!
E os resultados apareceram, basta comparar os resultados de trinta anos antes e trinta depois: na Copa América a Seleção Brasileira não conseguiu conquistar nenhuma das 8 edições disputadas entre 1959 e 1987, e conquistou 6 das 13 edições jogadas entre 1989 e 2019 (praticamente a metade!). Na principal competição de clubes do continente, nas 30 edições jogadas entre 1960 e 1989, os clubes brasileiros foram campeões apenas 5 vezes (16,7%), e nas 30 edições disputadas entre 1990 e 2019 foram campeões 14 vezes (praticamente a metade!). Os times leves e soltos, em que a técnica fazia ter uma força ofensiva impressionante, mas a tática deixava a defesa vulnerável, ficaram no passado.
Com a missão cumprida - seleção campeã sul-americana e classificada para a Copa - Sebastião Lazaroni partiu para uma série de amistosos na Europa para refinar a preparação rumo ao Mundial. No fim do ano fez dois amistosos por lá com um excelente desempenho, o que relembrava as excursões vitoriosas de 1981 e 1982, e enchia os brasileiros de esperança na luta por voltar a ser campeão mundial. A Seleção Brasileira venceu à Itália por 1 a 0 em Bologna, com gol de falta do zagueiro André Cruz, e também por 1 a 0 à Holanda, Campeã Europeia de 1988, em Roterdã, com gol marcado por Careca.
No fim, o desempenho ao longo de 1989 sustentou o esquema com três zagueiros de Sebastião Lazaroni. A Seleção Brasileira disputou um total de 26 partidas, tendo obtido 16 vitórias, 6 empates e 4 derrotas.
Mas ao mesmo tempo havia uma desconfiança generalizada, pois a camisa verde e amarela estava sendo vencida numa frequência maior: entre 1975 e 1984, num intervalo, portanto, de 10 anos, a Seleção Brasileira havia sofrido apenas 10 derrotas, e entre 1985 e 1989, um intervalo de 5 anos, a metade do tempo portanto, ela também sofreu outras 10 derrotas. Além da escassez de títulos expressivos, o futebol brasileiro sentia estar mais frágil com o tempo. Questionava-se: seria capaz um dia de voltar a ser campeão mundial sem Pelé? Teria tal capacidade? Estes questionamentos rondavam a alma brasileira, e a década seguinte teria que ser de reafirmação. Fato é que eram muitos os que estavam insatisfeitos com uma proposta de Seleção Brasileira menos ofensiva.
JOGOS NO ANO:
15/03/1989 - BRASIL 1 x 0 EQUADOR
Amistoso - Estádio José Fragelli, Cuiabá
Gol: Washington (19'1T)
Brasil: Acácio (Vasco), Jorginho (Flamengo), João Batista (Atlético Mineiro) (Aldair (Flamengo)), André Cruz (Ponte Preta) e Eduardo (Fluminense); Uidemar (Goiás) (Zé do Carmo (Vasco)), Geovani (Vasco) e Toninho (Portuguesa de Desportos) (Vivinho (Vasco)); Bebeto (Flamengo), Washington (Guarani) e Zinho (Flamengo) (João Paulo Donizetti (Guarani)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Equador: Carlos Morales (Barcelona de Guayaquil), Claudio Alcívar (Barcelona de Guayaquil) (Tulio Quintero (Barcelona de Guayaquil)), Holger Quiñónez (Barcelona de Guayaquil), Wilson Macías (Filanbanco) e Luis Capurro (Emelec); Kleber Fajardo (Emelec) (Jimmy Montanero (Barcelona de Guayaquil)), Wilfredo Verduga (Emelec) (Carlos Muñoz (Filanbanco)), Hamilton Cuvi (Filanbanco) (Julio Rosero (El Nacional)) e Pietro Marsetti (LDU) (Nelson Guerrero (LDU)); Byron Tenorio (El Nacional) e Raul Avilés (Emelec).
Téc: Dusan Draskovic
27/03/1989 - BRASIL 1 x 2 Seleção da FIFA
Amistoso - Estádio Del Friuli, Udine, Itália
Gols: Dunga, Francescoli e Detari
Brasil: Gilmar Rinaldi (Nacional da Ilha da Madeira/POR) (João Leite (Vitória de Guimarães/POR)), Ricardo Rocha (Sporting/POR) (Alemão (Napoli/ITA)), Mozer (Benfica/POR), Ricardo Gomes (Benfica/POR) (Júlio César (Montpellier/FRA)) e Júnior (Pescara/ITA) (Branco (Porto/POR)); Dunga (Fiorentina/ITA) (Milton (Como/ITA)), Silas (Sporting/POR) (Andrade (Roma/ITA)), Zico (Flamengo) (Douglas (Sporting/POR)) e Valdo (Benfica/POR) (Tita (Pescara/ITA)); Renato Gaúcho (Roma/ITA) (Romário (PSV Eindhoven/HOL)) e Careca (Napoli/ITA) (Evair (Atalanta/ITA)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Resto do Mundo: Michel Preud'Homme (Mechelen/BEL) (Rinat Dasaev (Sevilla/ESP)), João Pinto (Porto/POR), Eric Gerets (PSV Eindhoven/HOL) e Stéphane Demol (Bologna/ITA); Ridvan Dilmen (Fenerbahce/TUR) (Tanju Çolak (Galatasaray/TUR)), Carlos Valderrama (Montpellier/FRA) (Radmilo Mihajlovic (Dínamo Zagreb/IUG)), Dragan Stojkovic (Estrela Vermelha/IUG), Lajos Detari (Olympiakos/GRE) e Enzo Francescoli (Racing Paris/FRA); Rui Águas (Porto/POR) e Bosko Durovski (Estrela Vermelha/IUG).
Técs: Artur Jorge, Nils Liedholm e Mircea Lucescu
29/03/1989 - BRASIL 3 x 1 Al Ahly (Arábia Saudita)
Amistoso - Estádio Príncipe Abdullah Al-Faisal, Jedá, Arábia Saudita
Gols: Bebeto (2), Washington e Abdulla Al Roshod
Brasil: Acácio (Vasco), Jorginho (Flamengo) (Mazinho (Vasco)), Aldair (Flamengo), André Cruz (Ponte Preta) e Eduardo (Fluminense); Zé do Carmo (Vasco), Raí (São Paulo) e Bismarck (Vasco); Bebeto (Flamengo), Washington (Guarani) (Vivinho (Vasco)) e João Paulo Donizetti (Guarani) (Zinho (Flamengo)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Al-Ahly: Mohamed Al Mitroo, Bandar Srour, Mansur Hussain, Tarik Tano Masood e Bassem Abu Dawood; Mansi Khalid, Khalid Aburass (Amer Manes), Bandar Jarallah (Faisal Atiouuah) e Abdulla Al Roshod (Baitto Mazenbalto); Khalid Al Rowaihi e Husan Abu Dawood.
Téc: Carlos Alberto Zanata
12/04/1989 - BRASIL 2 x 0 PARAGUAI
Amistoso - Estádio Albertão, Teresina
Gols: Cristóvão (34'2T) e Vivinho (42'2T)
Brasil: Acácio (Vasco), Jorginho (Flamengo), Aldair (Flamengo), André Cruz (Ponte Preta) e Eduardo (Fluminense); Bernardo (São Paulo), Bismarck (Vasco) e Bobô (São Paulo) (Cristóvão (Grêmio)); Bebeto (Flamengo), Washington (Guarani) (Vivinho (Vasco)) e Zinho (Flamengo) (João Paulo Donizetti) (Guarani)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Paraguai: Roberto Fernández (Cerro Porteño), Virginio Cáceres (Guarani), Luis Caballero (Guarani), Catalino Rivarola (Cerro Porteño) e Justo Jacquet (Cerro Porteño) (Hugo Ruiz Viera (Sport Colombia)); José Domingo Riveros (Cerro Porteño) (Augusto Chamorro (Atlético Colegiales)), Julio César Franco (Cádiz/ESP), Ramón Escobar (River Plate) (Gabino Román (Atlético Colegiales)) e Buenaventura Ferreira (Guarani); Félix Brítez Román (Cerro Porteño) (Aristides Rojas (Atlético Colegiales)) e Eumelio Palacios (Libertad).
Téc: Eduardo Manera
10/05/1989 - BRASIL 4 x 1 PERU
Amistoso - Estádio Castelão, Fortaleza
Gols: Zé do Carmo (9'1T), Bebeto (22'1T), Charles (10'2T), Carlos Torres (17'2T) e Charles (37'2T)
Brasil: Acácio (Vasco), Jorginho (Flamengo), Marcelo Djian (Corinthians) (Mauro Galvão (Botafogo)), André Cruz (Ponte Preta) e Mazinho (Vasco); Zé do Carmo (Vasco) (Cristóvão (Grêmio)), Bismarck (Vasco) e Bobô (São Paulo) (Zé Carlos Conceição (Bahia)); Bebeto (Flamengo), Charles Baiano (Bahia) (Vivinho (Vasco)) e Zinho (Flamengo) (Edu Manga (Palmeiras)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Peru: César Chávez (Universitario), Leonardo Rojas (Universitario), Pedro Requena (Universitario), José Del Solar (Universitario) e Octavio Vidales (Universitario) (Jorge Talavera (Internazionale San Borja)); Luis Reyna (Universitario) (Wilson Ramírez (Aurora de Arequipa)); José Carranza (Universitario), Leoncio Cervera (Universitario) (Juan Carlos Bazalar (Universitario)) e Javier Chirinos (Defensor de Lima) (César Rodríguez (Deportivo Municipal)); Eduardo Muñoz (Universitario) (José Falcón (Octavio Espinoza)) e Carlos Torres (Internazionale San Borja).
Téc: Pepe
24/05/1989 - BRASIL 1 x 1 PERU
Amistoso - Estádio Nacional, Lima, Peru
Gols: Cristóvão (30'1T) e Dall'Orso (31'1T)
Brasil: Zé Carlos (Flamengo), Jorginho (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), André Cruz (Ponte Preta) e Mazinho (Vasco) (Nelsinho (São Paulo)); Bernardo (São Paulo), Zé Carlos Conceição (Bahia), Bismarck (Vasco) (Nílson (Internacional)) e Bobô (São Paulo) (Edu Manga (Palmeiras)); Cristóvão (Grêmio) e Zinho (Flamengo).
Téc: Sebastião Lazaroni
Peru: Jesús Purizaga (Sporting Cristal), Jorge Talavera (Internazionale San Borja) (Carlos Guido (Sporting Cristal)), Pedro Requena (Universitario), Jorge Olaechea (Deportivo Cali/COL) e Percy Olivares (Sporting Cristal); Juan Reynoso (Alianza Lima), José Del Solar (Universitario), Martin Dall'Orso (Sporting Cristal) e César Rodríguez (Deportivo Municipal); Francesco Manassero (Sporting Cristal) (Jorge Cordero (Unión Huaral)) e Eduardo Muñoz (Universitario).
Téc: Pepe
08/06/1989 - BRASIL 4 x 0 PORTUGAL
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Bebeto (26'1T), Sobrinho (contra, 31'1T), Ricardo Gomes (2'2T) e Charles (30'2T)
Brasil: Acácio (Vasco), Jorginho (Flamengo) (Branco (Porto/POR)), Mozer (Benfica/POR) (Aldair (Flamengo)), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Mazinho (Vasco); Bernardo (São Paulo), Silas (Sporting/POR) (Geovani (Vasco)), Edu Manga (Palmeiras) (Cristóvão (Grêmio)) e Valdo (Benfica); Bebeto (Flamengo) (Zé Carlos Conceição (Bahia)) e Charles Baiano (Bahia).
Téc: Sebastião Lazaroni
Portugal: Neno (Vitória de Guimarães), João Pinto (Porto), Frederico (Boavista), Sobrinho (Belenenses) e Veloso (Benfica); Adelino Nunes (Marítimo) (Jaime Magalhães (Boavista)), Juanico (Belenenses), Vítor Paneira (Benfica) e Semedo (Porto) (Vado (Portimonense)); Rui Águas (Porto) e César Brito (Portimonense).
Téc: Juca Pereira
16/06/1989 - BRASIL 1 x 2 SUÉCIA
Triangular da Dinamarca - Idraetsparken, Copenhagen, Dinamarca
Gols: Rehn (26'1T), Ljung (4'2T) e Cristóvão (34'2T)
Brasil: Acácio (Vasco), Paulo Roberto (Vasco), André Cruz (Ponte Preta), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Bernardo (São Paulo), Silas (Sporting/POR) (Bismarck (Vasco)), Edu Manga (Palmeiras) (Geovani (Vasco)) e Valdo (Benfica/POR); Hamilton Careca (Cruzeiro) (Gérson da Silva (Atlético Mineiro)) e Charles Baiano (Bahia) (Cristóvão (Grêmio)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Suécia: Thomas Ravelli (IFK), Dennis Schiller (Lillestrom) (Niclas Nylen (Malmoe)), Roland Nilsson (IFK), Peter Lonn (IFK) e Roger Ljung (Malmoe); Klas Ingesson (IFK), Stefan Rehn (Djurgardens), Anders Limpar (Young Boys/SUI) e Joakim Nilsson (Malmoe); Jan Hellstrom (IFK) e Mats Magnusson (Benfica/POR) (Mats Gren (Grasshopper/SUI)).
Téc: Olle Nordin
18/06/1989 - BRASIL 0 x 4 DINAMARCA
Triangular da Dinamarca - Idraetsparken, Copenhagen, Dinamarca
Gols: Morten Olsen (30'1T), Michael Laudrup (9'2T) e (17'2T), e Lars Olsen (22'2T)
Brasil: Acácio (Vasco), Paulo Roberto (Vasco), André Cruz (Ponte Preta), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR) (Mazinho (Vasco)); Bernardo (São Paulo), Geovani (Vasco), Cristóvão (Grêmio) (Silas (Sporting/POR)) e Valdo (Benfica/POR) (Edu Manga (Palmeiras)); Bismarck (Vasco) (Charles Baiano (Bahia)) e Gérson da Silva (Atlético Mineiro) (Hamilton Careca (Cruzeiro)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Dinamarca: Troels Rasmussen (Aarhus), John Larsen (Vejle), Lars Olsen (Brondby), Ivan Nielsen (PSV Eindhoven/HOL) (Henrik Larsen (Lyngby)) e Henrik Risom (Vejle); Morten Olsen (Koln/ALE) (Jan Bartram (Glasgow Rangers/ESC)), John Helt (Lyngby) (John Faxe Jensen (Brondby) e Michael Laudrup (Juventus/ITA); Jan Heintze (PSV Eindhoven/HOL), Lars Elstrup (Odense) e Brian Laudrup (Brondby) (Fleeming Povlsen (Koln/ALE)).
Téc: Sepp Piontek
21/06/1989 - BRASIL 0 x 1 SUÍÇA
Amistoso - St. Jakob Parkstadion, Basiléia, Suíça
Gol: Turkyilmaz (5'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Paulo Roberto (Vasco) (Branco (Porto/POR)), André Cruz (Ponte Preta), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Mazinho (Vasco); Dunga (Fiorentina/ITA), Alemão (Napoli/ITA), Tita (Pescara/ITA) e Valdo (Benfica/POR); Renato Gaúcho (Roma/ITA) e Gérson da Silva (Atlético Mineiro) (Geovani (Vasco)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Suíça: Martin Brunner (Grasshopper) (Stefan Lehmann (Sion)), Marcel Koller (Grasshopper), Martin Weber (Young Boys), Peter Schepull (Wettingen) e Stefan Marini (Luzern); Hervert Baumann (Luzern), Alain Geiger (Saint-Étienne/FRA), Alain Sutter (Grasshopper) (René Sutter (Young Boys)) e Beat Sutter (Neuchatel Xamax) (Hans-Peter Burri (Luzern)); Kubilay Turkyilmaz (Bellinzona) (Dario Zuffi (Young Boys)) e Stéphane Chapuisat (Lausanne) (Blaise Piffaretti (Sion)).
Téc: Ulrich Stielike
22/06/1989 - BRASIL 0 x 0 Milan (Itália)
Amistoso - Estádio Brianteo, Monza, Itália
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), André Cruz (Ponte Preta), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR) (Paulo Roberto (Vasco)); Bernardo (São Paulo), Geovani (Vasco), Edu Manga (Palmeiras) (Hamilton Careca (Cruzeiro)) e Silas (Sporting/POR); Cristóvão (Grêmio) e Charles Baiano (Bahia) (Gérson da Silva (Atlético Mineiro)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Milan: Giovanni Galli (Davide Pinato), Mauro Tassotti (Giuseppe Corti), Franco Baresi (Walter Bianchi), Alessandro Costacurta e Roberto Mussi; Angelo Colombo (Fabio Viviani), Carlo Ancelotti (Giovanni Stroppa), Frank Rijkaard e Alberigo Evani (Christian Lantignotti); Graziano Mannari (Roberto Marta) e Marco van Basten (Massimiliano Cappellini).
Téc: Arrigo Sacchi
01/07/1989 - BRASIL 3 x 1 VENEZUELA
Copa América - Estádio da Fonte Nova, Salvador
Gols: Bebeto (2'1T), Geovani (36'1T), Baltazar (12'2T) e Carlos Maldonado (18'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR), André Cruz (Ponte Preta) e Branco (Porto/POR); Geovani (Vasco), Tita (Pescara/ITA) (Silas (Sporting/POR)) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) (Baltazar (Atlético de Madrid/ESP)) e Romário (PSV Eindhoven/HOL).
Téc: Sebastião Lazaroni
Venezuela: César Baena (Caracas), René Torres (Mineros de Guayana), Pedro Acosta (Caracas), Andrés Paz (Unión Atlético Táchira) e William Pacheco (Unión Atlético Táchira); Héctor Rivas (Marítimo) (Roberto Cavallo (Deportivo Italia)), Laureano Jaimes (Unión Atlético Táchira), Bernardo Añor (Caracas) e Carlos Maldonado (Unión Atlético Táchira); Stalin Rivas (Mineros de Guayana) e Pedro Febles (Marítimo) (Herbert Márquez (Marítimo)).
Téc: Carlos Horacio Moreno
03/07/1989 - BRASIL 0 x 0 PERU
Copa América - Estádio da Fonte Nova, Salvador
Brasil: Taffarel (Internacional), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR) (Renato Gaúcho (Roma/ITA)); Alemão (Napoli/ITA), Dunga (Fiorentina/ITA), Geovani (Vasco) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Baltazar (Atlético de Madrid/ESP)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Peru: Jesús Purizaga (Sporting Cristal), José Carranza (Universitario), Pedro Requena (Universitario), Jorge Olaechea (Sporting Cristal) e Percy Olivares (Sporting Cristal); Juan Reynoso (Alianza Lima), Wilmar Valencia (Blooming/BOL), José Del Solar (Universitario) e Julio César Uribe (América de Cali/COL); Franco Navarro (Wettingen/SUI) (César Chávez (Universitario)) e Jorge Hirano (Bolivar/BOL) (Francesco Manassero (Sporting Cristal)).
Téc: Pepe
07/07/1989 - BRASIL 0 x 0 COLÔMBIA
Copa América - Estádio da Fonte Nova, Salvador
Brasil: Taffarel (Internacional), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Alemão (Napoli/ITA) (Mazinho (Vasco)), Dunga (Fiorentina/ITA), Geovani (Vasco) e Valdo (Benfica/POR); Renato Gaúcho (Roma/ITA) (Bebeto (Flamengo)) e Baltazar (Atlético de Madrid/ESP)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Colômbia: René Higuita (Atlético Nacional de Medellin), Wilson Pérez (Atlético Junior de Barranquilla), Luis Carlos Perea (Atlético Nacional de Medellin), Andrés Escobar (Atlético Nacional de Medellin) e Carlos Hoyos (Deportivo Cali); Gabriel Gómez (Independiente Medellin), Leonel Álvarez (Atlético Nacional de Medellin), Bernardo Redin (Deportivo Cali) e Carlos Valderrama (Montpellier/FRA); Arnoldo Iguarán (Millonarios) (Wilmer Cabrera (Independiente Santa Fé)) e Rubén Hernández (Millonarios) (Sergio Angulo (América de Cali)).
Téc: Francisco Maturana
09/07/1989 - BRASIL 2 x 0 PARAGUAI
Copa América - Estádio do Arruda, Recife
Gols: Bebeto (2'2T) e (37'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Renato Gaúcho (Roma/ITA)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Paraguai: Rubén Ruiz Díaz (Talleres/ARG), Virginio Cáceres (Guarani), Luis Caballero (Guarani), Catalino Rivarola (Cerro Porteño) (Rogelio Delgado (Independiente)) e Juan Torales (Libertad); Julio César Franco (Guarani), Augusto Chamorro (Colegiales), Vidal Sanabria (Olimpia) e Gustavo Neffa (Olimpia) (Buenaventura Ferreira (Guarani)); Félix Brítez (Cerro Porteño) e Eumelio Palacios (Libertad).
Téc: Eduardo Luján Manera
12/07/1989 - BRASIL 2 x 0 ARGENTINA
Copa América - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Bebeto (3'2T) e Romário (10'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) (Alemão (Napoli/ITA)) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Renato Gaúcho (Roma/ITA)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Argentina: Nery Pumpido (Betis/ESP), Néstor Clausen (Sion/SUI), José Luis Brown (Murcia/ESP), Oscar Ruggeri (Real Madrid/ESP) e Néstor Sensini (Newell's Old Boys); Sergio Batista (River Plate), José Basualdo (Deportivo Mandiyú), Pedro Troglio (Hellas Verona/ITA) e Diego Maradona (Napoli/ITA); Jorge Burruchaga (Nantes/FRA) (Claudio Caniggia (Hellas Verona/ITA)) e Gabriel Calderón (Paris Saint-Germain/FRA) (Ricardo Giusti (Independiente)).
Téc: Carlos Bilardo
14/07/1989 - BRASIL 3 x 0 PARAGUAI
Copa América - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Bebeto (16'1T) e (7'2T), e Romário (13'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR) (Alemão (Napoli/ITA)); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Renato Gaúcho (Roma/ITA)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Paraguai: Roberto Fernández (Cerro Porteño), Juan Torales (Libertad), Rogelio Delgado (Independiente/ARG), César Zabala (Cerro Porteño) e Justo Jacquet (Cerro Porteño); Jorge Guasch (Olimpia), Julio César Franco (Guarani), Gustavo Neffa (Olimpia) e Adolfino Cañete (Deportivo Mandiyú) (Vidal Sanabria (Olimpia)); Buenaventura Ferreira (Guarani) e Eumelio Palacios (Libertad).
Téc: Eduardo Luján Manera
16/07/1989 - BRASIL 1 x 0 URUGUAI
Copa América - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gol: Romário (4'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) (Alemão (Napoli/ITA)) e Valdo (Benfica/POR) (Josimar (Botafogo)); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL).
Téc: Sebastião Lazaroni
Uruguai: Javier Zeoli (Danubio), Oscar Herrera (Peñarol), Nelson Gutiérrez (Lazio/ITA), Hugo De León (Nacional) e Alfonso Domínguez (Peñarol); José Perdomo (Peñarol), Santiago Ostolaza (Nacional) (Gabriel Correa (Peñarol)), Rubén Paz (Racing/ARG) (Rubén Da Silva (Danubio)) e Enzo Francescoli (Racing Paris/FRA); Antonio Alzamendi (Logroñés/ESP) e Rubén Sosa (Lazio/ITA).
Téc: Oscar Tabárez
23/07/1989 - BRASIL 1 x 0 JAPÃO
Amistoso - Estádio de São Januário, Rio de Janeiro
Gol: Bismarck (29'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional) (Zé Carlos (Flamengo)), Mazinho (Vasco) (Josimar (Botafogo)), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), André Cruz (Ponte Preta) e Branco (Porto/POR) (Edivaldo (São Paulo)); Dunga (Fiorentina/ITA) (Alemão (Napoli/ITA)) e Valdo (Benfica) (Silas (Sporting/POR)); Bebeto (Flamengo) (Renato Gaúcho (Roma/ITA)), Careca (Napoli/ITA) (Tita (Pescara/ITA) (Cristóvão (Grêmio))) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Bismarck (Vasco)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Japão: Shinichi Morishita (Yamaha), Masaaki Mori (Fujita), Masami Ihara (Tsukuba University), Katsuyoshi Shinto (Mazda) e Takumi Horiike (Yomiuri); Satoshi Mochizuki (Nippon Steel Pipe) (Mitsunori Yochida (Yamaha)), Atsushi Natori (Mitsubishi Heavy), Kenta Hasegawa (Nissan) e Masanao Sasaki (Honda Giken); Takashi Mizunuma (Nissan) (Yoshiyuki Matsuyama (Furukawa)) e Hisashi Kurosaki (Honda Giken).
Téc: Kenzo Yokoyama
30/07/1989 - BRASIL 4 x 0 VENEZUELA
Eliminatórias - Estádio Olimpico, Caracas, Venezuela
Gols: Branco (5'1T), Romário (20'2T), e Bebeto (34'2T) e (36'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR) (Josimar (Botafogo)); Dunga (Fiorentina/ITA) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo), Careca (Napoli/ITA) (Silas (Sporting/POR)) e Romário (PSV Eindhoven/HOL).
Téc: Sebastião Lazaroni
Venezuela: César Baena (Caracas), William Pacheco (Unión Atlético Táchira), Pedro Acosta (Caracas), Zdenko Morovic (Deportivo Italia) e Jorge Betancourt (Marítimo); Héctor Rivas (Marítimo), Roberto Cavallo (Deportivo Italia), Ildemaro Fernández (Estudiantes de Mérida) e Carlos Maldonado (Unión Atlético Táchira); Bernardo Añor (Caracas) (Nelson Carrero (Marítimo)) e Pedro Febles (Marítimo) (Wilton Arreaza (Caracas)).
Téc: Carlos Moreno
13/08/1989 - BRASIL 1 x 1 CHILE
Eliminatórias - Estádio Nacional, Santiago, Chile
Gols: Hugo González (contra, 11'2T) e Ivo Basay (36'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco) (André Cruz (Ponte Preta)), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR) (Jorginho (Flamengo)); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) e Romário (PSV Eindhoven/HOL).
Téc: Sebastião Lazaroni
Chile: Roberto Rojas (São Paulo/BRA), Alejandro Hisis (Creta/GRE), Fernando Astengo (Grêmio/BRA), Hugo González (Colo Colo) e Héctor Puebla (Cobreloa); Jaime Pizarro (Colo Colo), Raul Ormeño (Colo Colo), Jorge Aravena (Puebla/MEX) e Patricio Yáñez (Betis/ESP); Hugo Rubio (St. Gallen/SUI) (Ivo Basay) Stade Reims/FRA)) e Iván Zamorano (St. Gallen/SUI) (Juan Carlos Letelier (La Serena)).
Téc: Orlando Aravena
20/08/1989 - BRASIL 6 x 0 VENEZUELA
Eliminatórias - Estádio do Morumbi, São Paulo
Gols: Careca (10'1T) e (17'1T), Silas (37'1T), Pedro Acosta (contra, 39'1T), e Careca (35'2T) e (41'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Jorginho (Flamengo), Ricardo Rocha (São Paulo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA) (Alemão (Napoli/ITA)), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR) (Tita (Pescara/ITA)); Bebeto (Flamengo) e Careca (Napoli/ITA).
Téc: Sebastião Lazaroni
Venezuela: César Baena (Caracas), René Torres (Mineros de Guayana), Pedro Acosta (Caracas), Andrés Paz (Unión Atlético Táchira) e William Pacheco (Unión Atlético Táchira); Héctor Rivas (Marítimo), Roberto Cavallo (Deportivo Italia), Nelson Carrero (Marítimo) e Carlos Maldonado (Unión Atlético Táchira); Wilton Arreaza (Mineros de Guayana) (Martin Tarazona (Unión Atlético Táchira)) e Pedro Gallardo (Portuguesa) (Pedro Febles (Marítimo)).
Téc: Miguel Sabino
03/09/1989 - BRASIL 1 x 0 CHILE
Eliminatórias - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gol: Careca (4'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Jorginho (Flamengo), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo) e Careca (Napoli/ITA).
Téc: Sebastião Lazaroni
Chile: Roberto Rojas (São Paulo/BRA), Oscar Reyes (La Serena) (Ivo Basay (Stade Reims/FRA)), Fernando Astengo (Grêmio/BRA), Hugo González (Colo Colo) e Héctor Puebla (Cobreloa); Jaime Pizarro (Colo Colo), Alejandro Hisis (Creta/GRE), Jorge Aravena (Puebla/MEX) e Jaime Vera (Creta/GRE); Patricio Yáñez (Betis/ESP) e Juan Carlos Letelier (La Serena).
Téc: Orlando Aravena
14/10/1989 - BRASIL 1 x 0 ITÁLIA
Amistoso - Estádio Renato Dall'Ara, Bologna, Itália
Gol: André Cruz (32'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Jorginho (Bayer Leverkusen/ALE), Aldair (Benfica/POR) (André Cruz (Flamengo)), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Rocha (São Paulo) e Mazinho (Vasco); Dunga (Fiorentina/ITA), Alemão (Napoli/ITA) (Geovani (Bologna/ITA)) e Silas (Sporting/POR) (Tita (Pescara/ITA)); Muller (Torino/ITA) e Careca (Napoli/ITA).
Téc: Sebastião Lazaroni
Itália: Walter Zenga (Internazionale), Giuseppe Bergomi (Internazionale), Franco Baresi (Milan), Riccardo Ferri (Internazionale) (Ciro Ferrara (Napoli)) e Luigi De Agostini (Juventus); Fernando De Napoli (Napoli), Nicola Berti (Internazionale), Roberto Baggio (Fiorentina) e Giuseppe Giannini (Roma) (Luca Fusi (Napoli)); Andrea Carnevale (Napoli) e Gianluca Vialli (Sampdoria).
Téc: Azeglio Vicini
14/11/1989 - BRASIL 0 x 0 IUGOSLÁVIA
Amistoso - Estádio Almeidão, João Pessoa
Brasil: Taffarel (Internacional), Josimar (Flamengo) (Muller (Torino/ITA)), Ricardo Rocha (São Paulo), Mauro Galvão (Botafogo), André Cruz (Flamengo) e Mazinho (Vasco); Dunga (Fiorentina/ITA), Geovani (Bologna/ITA) e Silas (Sporting/POR) (Bismarck (Vasco)); Bebeto (Vasco) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Tita (Vasco)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Iugoslávia: Tomislav Ivkovic (Sporting/POR), Vujadin Stanojkovic (Partizan), Predrag Spasic (Partizan), Faruk Hadzibegic (Sochaux/FRA) e Slobodan Marovic (Estrela Vermelha); Andrej Panadic (Dínamo Zagreb), Dragoljub Brnovic (Metz/FRA), Milan Jankovic (Anderlecht/BEL) (Zvonimir Boban (Dínamo Zagreb)) e Robert Prosinecki (Estrela Vermelha); Dragan Stojkovic (Estrela Vermelha) e Dejan Savicevic (Estrela Vermelha).
Téc: Ivica Osim
20/12/1989 - BRASIL 1 x 0 HOLANDA
Amistoso - Estádio Feijenoord, Roterdã, Holanda
Gol: Careca (10'2T)
Brasil: Taffarel (Internacional), Jorginho (Bayer Leverkusen/ALE), Aldair (Benfica/POR) (Júlio César) (Montpellier/FRA)), Mozer (Olympique Marselha/FRA), Ricardo Rocha (São Paulo) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA) (Silas (Sporting/POR)), Alemão (Napoli/ITA) e Valdo (Benfica/POR); Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Bebeto (Vasco)) e Careca (Napoli/ITA) (Muller (Torino/ITA)).
Téc: Sebastião Lazaroni
Holanda: Hans Van Breukelen (PSV Eindhoven), Edward Sturing (Vitesse), Ronald Koeman (Barcelona/ESP) (Martin Laamers (Vitesse)), Adri Van Tiggelen (Anderlecht/BEL) e Rob Reekers (Bochum/ALE); Berry Van Aerle (PSV Eindhoven), Jan Wouters (Ajax) (Danny Blind (Ajax)), Juul Ellerman (PSV Eindhoven) (Aron Winter (Ajax)) e Bart Latuheru (Vitesse); Wim Kieft (PSV Eindhoven) (John Van Loen (Roda)) e Frank Berghuis (Volendam) (John Vant Schip (Ajax)).
Téc: Thijs Libregts
RESUMO:
Seleção Brasileira de 1989:
Taffarel (Internacional), Mazinho (Vasco), Aldair (Flamengo), Mauro Galvão (Botafogo), Ricardo Gomes (Benfica/POR) e Branco (Porto/POR); Dunga (Fiorentina/ITA), Silas (Sporting/POR) e Valdo (Benfica/POR); Bebeto (Flamengo/Vasco) e Romário (PSV Eindhoven/HOL) (Careca (Napoli/ITA)).
Artilharia: Bebeto (12), Careca (6), Romário (4), Charles Baiano (3), Cristóvão (3), Washington (2), Dunga (1), Vivinho (1), Zé do Carmo (1), Ricardo Gomes (1), Geovani (1), Baltazar (1), Bismarck (1), Branco (1), Silas (1), André Cruz (1) e 3 gols contra
Participação:
26 jogos: --
25 jogos: --
24 jogos: --
23 jogos: --
22 jogos: --
21 jogos: --
20 jogos: --
19 jogos: Branco e Bebeto
18 jogos: Mazinho, Silas e Valdo
17 jogos: Taffarel e Ricardo Gomes
16 jogos: Aldair, Mauro Galvão e Dunga
15 jogos: --
14 jogos: André Cruz
13 jogos: --
12 jogos: Romário
11 jogos: Jorginho, Alemão e Geovani
10 jogos: --
9 jogos: --
8 jogos: Cristóvão Borges, Bismarck e Renato Gaúcho
7 jogos: Acácio, Tita e Careca
6 jogos: Bernardo e Edu Manga
5 jogos: Ricardo Rocha, Charles Baiano e Zinho
4 jogos: Josimar, Paulo Roberto, Vivinho e Gérson da Silva
3 jogos: Carlos Mozer, Eduardo, Zé do Carmo, Zé Carlos Conceição, Bobô, Hamilton Careca, Muller, Washington, Baltazar e João Paulo Donizetti
2 jogos: Zé Carlos e Júlio César
1 jogo: Gilmar Rinaldi, João Leite, Marcelo Djian, João Batista, Nelsinho, Júnior, Andrade, Uidemar, Douglas, Milton, Raí, Toninho, Zico, Nílson, Evair e Edivaldo












