sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Seleção Brasileira em 1970


Em janeiro de 1970, o técnico da Seleção Brasileira João Saldanha montou, e distribuiu a autoridades internacionais que participavam do sorteio dos grupos da Copa do Mundo que estava sendo realizado no México, um dossiê citando mais de 3.000 presos políticos e centenas de mortos e torturados pela Ditadura Militar no Brasil. Como batizou-o o brilhante cronista e dramaturgo Nélson Rodrigues, ele era o "João Sem Medo". Não fazia política. Era um homem de convicções determinadas.

O ano de 1970 começou com a Seleção Brasileira fazendo dois amistosos contra a Argentina - que eliminada pelo Peru, não iria à Copa de 70 - nos quais perdeu por 2 x 0 no Beira-Rio, em Porto Alegre, e venceu por 2 x 1 no Maracanã, no Rio de Janeiro. A seguir, em 14 de março de 1970, restando três meses para a Copa, a seleção empatou um jogo-treino contra o Bangu no acanhado Estádio de Moça Bonita, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, por 1 x 1 (jogadores com uniforme de treino, sem numeração). O desempenho aquém do esperado gerou fortes críticas da imprensa a um já vulnerável João Saldanha.

Uma das opiniões partiu do então Presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, quem sugeriu a convocação do atacante Dario, o "Dadá Maravilha", do Atlético Mineiro, o clube de coração do presidente. Questionado por um jornalista sobre a opinião do mandatário, João Saldanha foi enfático na resposta: "O presidente que escolha os ministros dele, porque meus jogadores escolho eu". O destino de Saldanha estava selado! Ele acabou demitido, principalmente após o episódio de tentativa de invasão à concentração do Flamengo com um revólver em punho para tomar satisfações do então treinador rubro-negro, que também lhe havia criticado.

Homem de personalidade polêmica e temperamento forte - e opositor ao Regime Militar mesmo enquanto esteve técnico da seleção - ao ter tida a confirmação de sua demissão, Saldanha resolveu tumultuar as coisas: foi à imprensa com declarações bombásticas, entre as quais uma que mais ganhou destaque, a de que Pelé estava prestes a ser forçado a encerrar a carreira, porque tinha um alto grau de miopia e estava perdendo a visão. Não conseguiu gerar a crise que planejava. Em muito pouco tempo, foi escolhido o seu substituto.

Um dia depois de sua demissão, a Seleção Brasileira já tinha um novo treinador, com origens também no Botafogo, assim como João Saldanha. Ele era Mário Jorge Lobo Zagallo. Faltavam só três meses para a Copa do Mundo de 1970. Quando Zagallo fez a sua primeira convocação, quem apareceu na lista? Dario, o Dadá Maravilha.

Com Zagallo recém-chegado para comandar à seleção, o Brasil voltou a campo uma semana depois do empate no jogo-treino contra o Bangu para enfrentar ao Chile no Morumbi, em São Paulo. O time não mudou na escalação, mas mudou em atitude, goleando aos chilenos por 5 a 0. Seguiu-se uma sequência de 6 amistosos em solo brasileiro antes do embarque para o México, que aconteceu um mês e meio antes da Copa do Mundo começar. O Brasil voltou a vencer o Chile, desta vez por 2 a 1 no Maracanã, depois jogou em Manaus contra a Seleção Amazonense (4 x 1), empatou sem gols contra o Paraguai no Rio, venceu à Seleção Mineira (3 x 1), empatou sem gols com a Bulgária em São Paulo e, na despedida, venceu por 1 a 0 à Áustria no Maracanã.


Daí a seleção embarcou para o México, onde deu início a um forte trabalho de condicionamento físico e aeróbico comandado pelos preparadores físicos Cláudio Coutinho e Carlos Alberto Parreira. A Cidade do México, onde a equipe atuaria na fase final, está a 2.250 metros de altitude, o que era um motivo em especial a mais para que houvesse esta preparação específica. Antes do Mundial, houve mais três amistosos preparatórias, com vitórias por 3 a 0 sobre um Combinado de Guadalajara, por 5 a 2 sobre um Combinado de León, e por 3 a 0 sobre o Irapuato, clube mexicano.

Carlos Alberto Parreira, Zagallo e Cláudio Coutinho em 1970

O time estava pronto - técnica e fisicamente - para jogar a Copa do Mundo. Em 10 amistosos sob o comando de Zagallo, foram 8 vitórias e 2 empates. Acumulando o desempenho desde o início de 1969, tinham sido 26 jogos, com 22 vitórias, 2 empates e só 2 derrotas (para o Atlético Mineiro, no Mineirão, e para a Argentina, no Beira-Rio). O Brasil estava pronto para reconquistar o mundo!

A 9ª Copa do Mundo, no México, mantinha o formato das anteriores. As baixas surpreendentes nas Eliminatórias foram a da Argentina na América do Sul - após derrotas para Bolívia e Peru - e na Europa a da França, eliminada pela Suécia. O Grupo 1 trazia União Soviética, Bélgica, México e El Salvador; o Grupo 2 tinha Itália, Uruguai, Suécia e Israel; o Grupo 3 tinha Inglaterra, Brasil, Tchecoslováquia e Romênia; e o Grupo 4 tinha Alemanha, Bulgária, Peru e Marrocos. O grupo brasileiro era tido como o mais difícil daquele Mundial.

A seleção titular de Zagallo trazia algumas poucas inovações em relação ao time montado por João Saldanha. O novo treinador foi ousado, e deu um jeito de arrumar espaço para todos os melhores jogarem juntos. Tinha dois brilhantes jogadores na contenção do meio-campo: Clodoaldo e Piazza. Recuou o segundo para jogar como zagueiro. Tinha Gérson, Rivellino, Jairzinho, Tostão e Pelé, todos legítimos camisas 10 de seus clubes, responsáveis pela armação e o municiamento do ataque. Arrumou espaço para todos jogarem juntos, empurrando Rivellino para fazer a função de ponta-esquerda, tirando assim Edu do time titular.

A Seleção Brasileira começava então sua caminhada, embalada pela música que marcou aquela Copa do Mundo: Noventa milhões em ação / Pra frente Brasil, do meu coração / Todos juntos vamos / Pra frente Brasil / Salve a Seleção / De repente é aquela corrente pra frente / Parece que todo o Brasil deu a mão / Todos ligados na mesma emoção / Tudo é um só coração! / Todos juntos vamos, pra frente Brasil, Brasil / Salve a Seleção!

A campanha brasileira começou com uma estreia arrasadora e mostrando um futebol de encher os olhos. O Brasil saiu atrás no marcador, mas sobrou em campo, goleando os tchecoslovacos por 4 x 1, com os dois últimos gols, marcados por Jairzinho, sido duas obras de arte. Em um, ao ser lançado, deu um balão magistral no goleiro, dominando no peito com extrema categoria e fuzilando à rede, e no seguinte, concluindo com perfeição após dar vários dribles que entortaram vários zagueiros adversários.


O segundo jogo era uma decisão. O Brasil tinha pela frente aos detentores do título mundial, campeões em 1966, equipe liderada em campo pelos lendários Bobby Moore e Bobby Charlton. Foi um jogo duríssimo, com muitas chances de gol de lado a lado, num jogo aberto, do qual qualquer um poderia ter saído vencedor. Venceu o Brasil, com gol de Jairzinho. Foi um dos maiores jogos de futebol de todos os tempos! Vitória que poderia ter sido ainda mais folgada, se Gordon Banks não tivesse feito uma defesa magistral após uma violenta cabeçada de Pelé, uma bola que ainda quicou no chão antes de ser tirada com um tapa sobrenatural de Banks quando estava por cruzar a linha do gol, num movimento daqueles que parecem contrariar as leis da física.







Com duas vitórias e a classificação em primeiro lugar garantida, o Brasil venceu à Romênia na última rodada por 3 x 2. O adversário pela frente nas quartas de final era o Peru, treinado pelo brasileiro Didi, equipe algoz dos argentinos nas Eliminatórias, e liderada em campo pelo craque Teófilo Cubillas. Apesar do placar dilatado, com uma vitória canarinho por 4 a 2, a partida não foi nada fácil, foi duríssima! Com uma atuação magistral, o Brasil avançou então à semi-final para encarar ao Uruguai, seu algoz na Copa de 1950. Desde o Maracanazo que aquelas camisas não se enfrentavam numa partida válida por um Mundial.


Naquele reencontro histórico, a Seleção Brasileira levou um grande susto quando Luis Cubilla fez o gol uruguaio logo aos 19 minutos do 1º tempo. A partida seguiu extremamente nervosa, com muita tensão. Um gol redentor de Clodoaldo, no finzinho do primeiro tempo, foi importantíssimo para o time encontrar tranquilidade para, na segunda etapa, virar o jogo, com gols de Jairzinho e Rivellino. O Brasil fez 3 x 1 e voltou a conseguir classificar-se para uma final de Copa do Mundo!

A Seleção Brasileira estava jogando um futebol exuberante! Tecnicamente bonito e taticamente perfeito. Estava apresentando um prepara físico diferenciado! Cada jogo, cada vitória, foi uma obra magistral. O Brasil jogava em harmonia perfeita, dava um concerto futebolístico completo em cada uma de suas atuações em solo mexicano.

O adversário na final foi a Itália, que na semi-final venceu à Alemanha Ocidental, de Franz Beckenbauer e Gerd Muller. Foi um jogo épico, que certamente está entre os melhores da história das Copas do Mundo! O tempo normal terminou 1 a 1, com o gol alemão saindo aos 44 minutos do segundo tempo. Na prorrogação, a Alemanha conseguiu a virada. Entretanto, ainda na primeira parte do tempo extra, os italianos reviraram e puseram 3 a 2 a seu favor. As emoções ainda não tinham terminado: faltando seis minutos para o fim da prorrogação, os alemães voltaram a conseguir o empate, só que no minuto seguinte, Rivera decretou um 4 a 3 definitivo. Que jogo de futebol maravilhoso!


Para a finalíssima contra a Itália, a equipe brasileira entrou em campo, em 21 de junho de 1970, com todos os seus titulares: Félix, Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino. O que se viu naquele dia foi o capítulo final de uma epopeia épica! O adversário impunha respeito, já que era o campeão da Eurocopa de 1968. Como aperitivo adicional, as duas seleções eram bi-campeões mundiais, e quem vencesse faturaria a Taça Jules Rimet em definitivo. Era mais um fator épico para um Mundial histórico! E aquela Copa do Mundo que era a primeiro a estar sendo transmitida em imagens, pela televisão, para todo o planeta. Um marco histórico!


O título começou a ser escrito com Tostão batendo um lateral que Rivellino emendou de primeira para dentro da área, onde encontrou a testada de Pelé para as redes. A descrição do italiano Facchetti para aquele gol é sensacional, com as devidas licenças poéticas: "Pulei primeiro que ele para cabecear a bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse".



Foi uma final de emoções fortes: os italianos empataram no primeiro tempo. Mas o Brasil era muito superior em campo, ainda que tenha ido para o intervalo com um empate no marcador. Parecia ser questão de tempo para que a superioridade técnica do time brasileiro se impusesse. Demorou um pouco, até que aos 20 minutos da etapa final, Gérson limpou um marcador na entrada da área e disparou sua canhota de ouro num tiro transversal que estufou as redes: Brasil 2 x 1.

Jairzinho: fez gol em todos os 7 jogos da Copa de 70

Cinco minutos depois e Gérson fez um lançamento magistral do meio de campo na cabeça de Pelé, que só ajeitou para Jairzinho, que entrava pelo meio da área, tocar e ampliar: 3 a 1. E ainda teve mais, e novamente em mais um lance esplêndido: começou com Clodoaldo driblando vários italianos na intermediária do Brasil e passando a bola, que foi de pé em pé até o ataque, onde parou em Pelé, que levantou a cabeça e deu um passe no vazio para o lado direito da área italiana. O lateral-direito Carlos Alberto, em velocidade, emendou de primeira, sem precisar mudar o ritmo de suas passadas, soltando uma bomba que o goleiro nem viu passar, estufando a rede a quatro minutos do fim: 4 a 1. A Seleção Brasileira fechava com chave de ouro uma Copa do Mundo perfeita! O maior time de futebol de todos os tempos no planeta Terra!



Foi na Copa de 70 que Pelé quase fez um gol de antes da linha do meio-campo, surpreendendo ao goleiro Viktor, da Tchecoslováquia, adiantado, com a bola tendo passado rente à trave. Foi nela também que no jogo contra o Uruguai, Pelé emendou uma cobrança de tiro de meta de primeira, quase fazendo um gol antológico, e que depois deu um drible de corpo sensacional no goleiro Mazurkiewicz, pegando a bola do outro lado e por muito pouco não fazendo mais um gol épico.

Na Copa de 70, o Brasil venceu todas as seis partidas que disputou. Só nos Mundiais de 1930, 1934 e 1938 - que eram em sistema mata-mata - o campeão não havia empatado ou perdido pelo menos uma vez. Um feito tão difícil, que só voltou a se repetir em 2002 (também com o Brasil sendo campeão). Das seis vitórias, na metade deles, três partidas, a seleção fez 4 gols, e em outras duas marcou 3 gols. Um time com uma força de ataque incrível. E mais raro ainda foi o feito de Jairzinho, que jamais foi repetido na história, ele fez gol em todos os 6 jogos da seleção naquela Copa do Mundo. Um desempenho coletivo espetacular, justificando a alcunha de maior time de futebol de todos os tempos.




Com o terceiro título mundial, o Brasil conquistava em definitivo a Taça Jules Rimet, que foi erguida pelo capitão Carlos Alberto Torres, e ficaria a partir dali em posse definitiva da Confederação Brasileira. Tri-Campeão Mundial, o Brasil voltava a ter a maioria dos nomes escolhidos para o "Onze Ideal" pela FIFA, com os melhores daquele Mundial tendo sido: Mazurkiewicz (Uruguai), Carlos Alberto (Brasil), Beckenbauer (Alemanha), Wilson Piazza (Brasil) e Facchetti (Itália); Gérson (Brasil) e Bobby Charlton (Inglaterra); Jairzinho (Brasil), Teófilo Cubillas (Peru), Pelé (Brasil) e Gerd Muller (Alemanha).



JOGOS NO ANO:

04/03/1970 - BRASIL 0 x 2 ARGENTINA
Amistoso - Estádio Beira-Rio, Porto Alegre
Gols: Oscar Más (22'2T) e Conigliaro (27'2T)

Brasil: Ado (Corinthians), Carlos Alberto Torres (Santos), Baldochi (Palmeiras), Fontana (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Wilson Piazza (Cruzeiro) (Zé Carlos (Cruzeiro)), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Dirceu Lopes (Cruzeiro) e Edu (Santos).
Téc: João Saldanha
Argentina: Agustín Cejas (Racing), Oscar Malbernat (Estudiantes), Roberto Perfumo (Racing), Roberto Rogel (Boca Juniors) e Rubén Díaz (Racing); Norberto Madurga (Boca Juniors), Omar Pastoriza (Independiente) e Miguel Brindisi (Huracán); Marcos Conigliaro (Estudiantes), Rodolfo Fischer (San Lorenzo) e Oscar Más (River Plate).
Téc: Juan José Pizzutti


08/03/1970 - BRASIL 2 x 1 ARGENTINA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Brindisi (25'1T), Jairzinho (2'2T) e Pelé (38'2T)

Brasil: Leão (Palmeiras), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Fontana (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Wilson Piazza (Cruzeiro) (Clodoaldo (Santos)), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Dirceu Lopes (Cruzeiro) e Edu (Santos) (Paulo César Caju (Botafogo)).
Téc: João Saldanha
Argentina: Agustín Cejas (Racing) (Miguel Santoro (Independiente)), Oscar Malbernat (Estudiantes), Roberto Perfumo (Racing), Roberto Rogel (Boca Juniors) e Rubén Díaz (Racing); Norberto Madurga (Boca Juniors), Omar Pastoriza (Independiente) e Miguel Brindisi (Huracán); Marcos Conigliaro (Estudiantes), Rodolfo Fischer (San Lorenzo) (Daniel Onega (River Plate)) e Oscar Más (River Plate).
Téc: Juan José Pizzutti


22/03/1970 - BRASIL 5 x 0 CHILE
Amistoso - Estádio do Morumbi, São Paulo
Gols: Roberto Miranda (3'1T) e (32'1T), Gérson (42'1T), e Pelé (45'1T) e (45'2T)

Brasil: Leão (Palmeiras), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Joel Camargo (Santos) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos) (Dirceu Lopes (Cruzeiro)), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Roberto Miranda (Botafogo) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Chile: Manuel Astorga (Huachipato) (Leopoldo Vallejos (Universidad Católica)), Daniel Díaz (Universidad Católica), Humberto Cruz (Colo Colo), Gustavo Laube (Universidad Católica) e Eduardo Herrera (Santiago Wanderers); Luis Acevedo (Huachipato), Alberto Fouilloux (Huachipato) e Carlos Caszely (Colo Colo); Reinaldo Hoffmann (Santiago Wanderers) (Moisés Silva (Green Cross)), Victor Zelada (Colo Colo) (Sergio Messen (Universidad Católica)) e Osvaldo Castro (Deportes Concepción).
Téc: Francisco Hormazábal


26/03/1970 - BRASIL 2 x 1 CHILE
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Osvaldo Castro (18'1T), Carlos Alberto Torres (45'1T) e Rivellino (20'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Joel Camargo (Santos) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Roberto Miranda (Botafogo) e Paulo César Caju (Botafogo) (Rivellino (Corinthians)).
Téc: Mário Zagallo
Chile: Leopoldo Vallejos (Universidad Católica), Daniel Díaz (Universidad Católica), Humberto Cruz (Colo Colo), Gustavo Laube (Universidad Católica) e Eduardo Herrera (Santiago Wanderers); Moisés Silva (Green Cross), Luis Acevedo (Huachipato) e Carlos Caszely (Colo Colo) (Hugo Berly (Audax Italiano)); Eduardo Cortázar (Green Cross), Sergio Messen (Universidad Católica) (Victor Zelada (Colo Colo)) e Osvaldo Castro (Deportes Concepción).
Téc: Francisco Hormazábal


05/04/1970 - BRASIL 4 x 1 Seleção Amazonense (Brasil)
Amistoso - Estádio Vivaldo Lima, Manaus
Gols: Carlos Alberto Torres, Paulo César Caju, Mário Vieira, Rivellino e Pelé

Brasil: Ado (Corinthians), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Fontana (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Rivellino (Corinthians) (Wilson Piazza (Cruzeiro)) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Roberto Miranda (Botafogo) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Sel.Amazonense: Clóvis (Rio Negro), Pedro Hamilton (Nacional), Maravilha (Rio Negro) (Wálter (Rio Negro)), Waldomiro (Nacional) e Eraldo (Olímpico); Mário Vieira (Nacional), Rolinha (Nacional) e Zezé (Nacional) (Édson Piola (Fast)); Rangel (Nacional), Tupãzinho (Nacional) e Pepeta (Nacional).
Téc: João Bosco


12/04/1970 - BRASIL 0 x 0 PARAGUAI
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Fontana (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Rogério Hetmanek (Botafogo), Dario (Atlético Mineiro) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Paraguai: Raimundo Aguilera (Guarani), Juan Martínez (Guarani), Vicente Bobadilla (Guarani), Ricardo Tavarelli (Guarani) e Néstor Benítez (Olimpia); Luis Ivaldi (Guarani), Alcides Sosa (Guarani) e Arsenio Valdéz (Guarani); Aristides Del Puerto (Olimpia) (Celino Mora (Cerro Porteño)), Benicio Ferreira (Olimpia) e Lorenzo Giménez (Olimpia) (Benito Sandoval (Olimpia)).
Téc: Benjamín Laterza


19/04/1970 - BRASIL 3 x 1 Seleção Mineira (Brasil)
Amistoso - Estádio Mineirão, Belo Horizonte
Gols: Dario (2) e Gérson

Brasil: Leão (Palmeiras), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo) (Baldochi (Palmeiras)), Fontana (Cruzeiro) (Joel Camargo (Santos)) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Dario (Atlético Mineiro) e Paulo César Caju (Botafogo) (Edu (Santos)).
Téc: Mário Zagallo
Sel.Mineira: Raul (Cruzeiro), Humberto Monteiro (Atlético Mineiro), Grapete (Atlético Mineiro), Darci Menezes (Cruzeiro) e Neco (Cruzeiro); Wanderley (Atlético Mineiro), AmauriHorta (Atlético Mineiro) e Evaldo (Cruzeiro) (Lacy (Atlético Mineiro)); Vaguinho (Atlético Mineiro), Lola (Atlético Mineiro) (Natal (Cruzeiro)) e Tião (Atlético Mineiro).
Téc: Telê Santana


26/04/1970 - BRASIL 0 x 0 BULGÁRIA
Amistoso - Estádio do Morumbi, São Paulo

Brasil: Ado (Corinthians), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Joel Camargo (Santos) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos) (Rivellino (Corinthians)) e Gérson (São Paulo); Jairzinho (Botafogo), Roberto Miranda (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) (Pelé (Santos)) e  e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Bulgária: Georgi Kamenski (Levski Spartak), Ivan Zafirov (CSKA Sofia), Kiril Ivkov (Levski Spartak), Kiril Stankov (CSKA Sofia) e Ivan Apostolov (Trakia Plovdiv); Bozhil Kolev (CSKA Sofia), Nikolay Radlev (Levski Spartak) e Stoicho Peshev (Levski Spartak); Pavel Panov (Levski Spartak) (Todor Paunov (Lokomotiv Plovdiv)), Bozhidar Grigorov (Slavia Sofia) e Georgi Belchev (Beroe Stara Zagora) (Georgi Denev (CSKA Sofia) (Tsvetan Atanasov (CSKA Sofia)).
Téc: Hristo Mladenov


29/04/1970 - BRASIL 1 x 0 ÁUSTRIA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gol: Rivellino (12'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos) e Gérson (São Paulo); Rogério Hetmanek (Botafogo) (Jairzinho (Botafogo)), Tostão (Cruzeiro) (Dario (Atlético Mineiro)), Pelé (Santos) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Áustria: Herbert Rettensteiner (Wacker Innsbruck), Peter Pumm (Bayern Munique/ALE), Gerhard Sturmberger (Linz) (Edi Krieger (Austria Viena)), Norbert Hof (Hamburgo/ALE) e Wilhelm Huberts (Sturm Graz); Johann Geyer (Austria Viena) e Hans Schmidradner (Wiener); Johann Ettmayer (Wacker Innsbruck) (Josef Hickersberger (Austria Viena)), Thomas Parits (Austria Viena), Willy Kreuz (Admira Energie) e Helmut Redl (Rapid Viena).
Téc: Leopold Stastny


06/05/1970 - BRASIL 3 x 0 Chivas Guadalajara (México)
Amistoso - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gols: Rivellino, Pelé e Clodoaldo

Brasil: Ado (Corinthians), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) (Joel Camargo (Santos)) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Rogério Hetmanek (Botafogo) (Jairzinho (Botafogo)), Tostão (Cruzeiro) (Dario (Atlético Mineiro)) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Chivas: Gilberto "Coco" Rodríguez, Arturo Chairez, Humberto Medina, Raul Monroy e José Villegas; Sabás Ponce, Pedro Herrada (Raul Gómez) e José "Dumbo" Rodríguez; Carlos Calderón, (Luis Estrada), Sergio Anaya e Salvador Espinosa (José Delgado).
Téc: Antonio Carbajal


17/05/1970 - BRASIL 5 x 2 León (México)
Amistoso - Estádio de León, León, México
Gols: Pelé (2), Rivellino, Luis Estrada, Tostão, Marco Antônio (contra) e Paulo César Caju

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos) (Zé Maria (Portuguesa de Desportos)), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos) (Paulo César Caju (Botafogo)), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos) (Dario (Atlético Mineiro)); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians)
Téc: Mário Zagallo
León: Gilberto "Coco" Rodríguez, Guillermo García, Efraín Loza, Gil Loza e Roberto López; Gabriel Mata (José Valdés), Sabás Ponce e Manuel López (Arturo Vázquez Ayala); Luis Estrada, Salvador Enriquez e Sergio Anaya.
Téc: Antonio Carbajal


24/05/1970 - BRASIL 3 x 0 Irapuato (México)
Amistoso - Estádio Irapuato, Irapuato, México
Gols: Paulo César Caju, Roberto Miranda e Rivellino

Brasil: Ado (Corinthians) (Leão (Palmeiras)), Carlos Alberto Torres (Santos) (Zé Maria (Portuguesa de Desportos)), Brito (Flamengo) (Baldochi (Palmeiras)), Wilson Piazza (Cruzeiro) (Fontana (Cruzeiro)) e Marco Antônio (Fluminense) (Everaldo (Grêmio)); Clodoaldo (Santos), Rivellino (Corinthians) e Pelé (Santos) (Roberto Miranda (Botafogo)); Jairzinho (Botafogo) (Edu (Santos)), Tostão (Cruzeiro) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Irapuato: Roberto Alatorre, Juan Manuel Antuñano, Jerónimo Di Florio, Francisco Majewski e Leonardo Sánchez; Gabriel López Zapiain, Raul Avellaneda e Salvador Ruiz (Jaime Belmonte); Miguel Ángel Perrichon, Ubiraci e Marco Antonio Sánchez.
Téc: Carlos Miloc


03/06/1970 - BRASIL 4 x 1 TCHECOSLOVÁQUIA
Copa do Mundo - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gols: Petras (11'1T), Rivellino (24'1T), Pelé (14'2T), e Jairzinho (16'2T) e (38'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) (Paulo César Caju (Botafogo)) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Tchecos: Ivo Viktor (Dukla Praga), Karol Dobias (Spartak Trnava), Alexander Horvath (Slovan Bratislava), Vaclav Migas (Sparta Praga) e Vladimír Hagara (Spartak Trnava); Ladislav Kuna (Spartak Trnava), Ivan Hrdlicka (Slovan Bratislava) (Andrej Kvasnak (Mechelen/BEL)) e Jozef Adamec (Spartak Trnava); Frantisek Vesely (Slavia Praga) (Bohumil Vesely (Sparta Praga)), Ladislav Petras (Inter Bratislava) e Karol Jokl (Slovan Bratislava).
Téc: Jozef Marko





07/06/1970 - BRASIL 1 x 0 INGLATERRA
Copa do Mundo - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gol: Jairzinho (14'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Rivellino (Corinthians) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) (Roberto Miranda (Botafogo)) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Inglaterra: Gordon Banks (Stoke City), Tommy Wright (Everton), Brian Labone (Everton), Bobby Moore (West Ham) e Terry Cooper (Leeds United); Alan Mullery (Tottenham), Alan Ball (Everton) e Bobby Charlton (Manchester United) (Jeff Astle (West Bromwich)); Franny Lee (Manchester City) (Colin Bell (Manchester City)), Geoff Hurst (West Ham) e Martin Peters (Tottenham).
Téc: Alf Ramsey






10/06/1970 - BRASIL 3 x 2 ROMÊNIA
Copa do Mundo - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gols: Pelé (19'1T), Jairzinho (22'1T), Dumitrache (34'1T), Pelé (22'2T) e Dembroschi (39'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Fontana (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio) (Marco Antônio (Fluminense)); Wilson Piazza (Cruzeiro), Clodoaldo (Santos) (Edu (Santos)) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Romênia: Sterea Adamache (Steagul Rosu) (Rica Raducanu Necula (Rapid Bucareste)), Ludovic Satmareanu (Steaua Bucareste), Niculae Lupescu (Rapid Bucareste), Cornel Dinu (Dínamo Bucareste) e Mihai Mocanu (Petrolul Ploiesti); Ion Dumitru (Rapid Bucareste), Radu Numweiller (Dínamo Bucareste) e Emeric Dembroschi (Bacau); Alexandru Neagu (Rapid Bucareste), Florea Dumitrache (Dínamo Bucareste) (Gheorghe Tataru (Steaua Bucareste)) e Mircea Lucescu (Dínamo Bucareste).
Téc: Angelo Niculescu




14/06/1970 - BRASIL 4 x 2 PERU
Copa do Mundo - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gols: Rivellino (11'1T), Tostão (15'1T), Alberto Gallardo (28'1T), Tostão (7'2T), Teófilo Cubillas (25'2T) e Jairzinho (30'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Marco Antônio (Fluminense); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) (Paulo César Caju (Botafogo)) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo) (Roberto Miranda (Botafogo)), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Peru: Luis Rubiños (Sporting Cristal), Eloy Campos (Sporting Cristal), José Fernández (Universitario), Héctor Chumpitaz (Universitario) e Nicolás Fuentes (Universitario); Roberto Challe (Universitario), Ramón Mifflin (Sporting Cristal) e Teófilo Cubillas (Alianza Lima); Julio Baylón (Alianza Lima) (Hugo Sottil (Deportivo Municipal)), Perico León (Alianza Lima) (Eládio Reyes (Juan Aurich)) e Alberto Gallardo (Sporting Cristal).
Téc: Didi





17/06/1970 - BRASIL 3 x 1 URUGUAI
Copa do Mundo - Estádio Jalisco, Guadalajara, México
Gols: Luis Cubilla (19'1T), Clodoaldo (44'1T), Jairzinho (31'2T) e Rivellino (44'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Uruguai: Ladislao Mazurkiewicz (Peñarol), Luis Ubiña (Nacional), Atilio Ancheta (Nacional), Roberto Matosas (Peñarol) e Juan Mujica (Nacional); Julio Montero Castillo (Nacional), Ildo Maneiro (Nacional) (Víctor Espárrago (Nacional)) e Luis Cubilla (Nacional); Dagoberto Fontes (Defensor Sporting), Julio César Morales (Nacional) e Julio Cortés (Peñarol).
Téc: Juan Eduardo Hohberg





21/06/1970 - BRASIL 4 x 1 ITÁLIA
Copa do Mundo - Estádio Azteca, Cidade do México
Gols: Pelé (18'1T), Boninsegna (37'1T), Gérson (20'2T), Jairzinho (26'2T) e Carlos Alberto (41'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Itália: Enrico Albertosi (Cagliari), Roberto Rosato (Milan), Tarcisio Burgnich (Internazionale), Pierluigi Cera (Cagliari) e Giacinto Facchetti (Internazionale); Mario Bertini (Internazionale) (Antonio Juliano (Napoli)), Angelo Domenghini (Cagliari) e Sandro  Mazzola (Internazionale) (Gianni Rivera (Milan)); Giancarlo De Sisti (Fiorentina), Roberto Boninsegna (Internazionale) e Luigi Riva (Cagliari).
Téc: Ferruccio Valcareggi










30/09/1970 - BRASIL 2 x 1 MÉXICO
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Jairzinho (14'1T), Tostão (10'2T) e López Salgado (44'2T)

Brasil: Félix (Fluminense) (Ado (Corinthians)), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Cruzeiro), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) (Paulo César Caju (Botafogo)) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
México: Antonio Mota (Necaxa) (Francisco Castrejón (Pumas de UNAM)), José Vantolra (Toluca), Gustavo Peña (Jalisco), Francisco Montes (Veracruz) (Jesus Prado (Cruz Azul)) e Gamaliel Ramírez (Atlas); José Luis González (Pumas de UNAM), Pedro Herrada (Chivas Guadalajara) e Javier Valdivia (Chivas Guadalajara); Aarón Padilla (Pumas de UNAM) (Pedro Damián Álvarez (Veracruz)), Horacio López Salgado (América) e Raul Gómez (Chivas Guadalajara).
Téc: Raul Cárdenas


04/10/1970 - BRASIL 5 x 1 CHILE
Amistoso - Estádio Nacional, Santiago, Chile
Gols: Pelé (38'1T), Roberto Miranda (43'1T), Jairzinho (3'2T) e (34'2T), Paulo César Caju (36'2T) e Messen (39'2T)

Brasil: Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Cruzeiro), Joel Camargo (Santos) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Nei Conceição (Botafogo) e Pelé (Santos) (Rogério Hetmanek (Botafogo)); Jairzinho (Botafogo), Roberto Miranda (Botafogo) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Chile: Juan Olivares (Unión Española), Gustavo Laube (Universidad Católica) (Antonio Arias (Unión Española)), Alberto Quintano (Universidad de Chile), Daniel Díaz (Universidad Católica) e Juan Rodríguez (Unión Española); Roberto Hodge (Universidad de Chile), Alberto Fouilloux (Huachipato) e Francisco Valdés (Unión Española); Sergio Messen (Universidad Católica), Osvaldo Castro (Deportes Concepción) (Esteban Aránguiz (Universidad de Chile)) e Leonardo Véliz (Unión Española) (Pedro Araya (Universidad de Chile)).
Téc: Fernando Riera




RESUMO:

Seleção Brasileira de 1970:
Félix (Fluminense), Carlos Alberto Torres (Santos), Brito (Flamengo/Cruzeiro), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio) (Marco Antônio (Fluminense)); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos); Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians) (Paulo César Caju (Botafogo)).

Artilharia: Pelé (12), Jairzinho (11), Rivellino (9), Tostão (4), Roberto Miranda (4), Paulo César Caju (4), Gérson (3), Carlos Alberto Torres (3), Dario (2) e Clodoaldo (2)

Participação:
20 jogos: Carlos Alberto Torres e Pelé
19 jogos: Brito, Clodoaldo e Jairzinho
18 jogos: --
17 jogos: --
16 jogos: --
15 jogos: Gérson e Paulo César Caju
14 jogos: Wilson Piazza
13 jogos: Marco Antônio e Rivellino
12 jogos: Félix e Tostão
11 jogos: --
10 jogos: --
9 jogos: Everaldo
8 jogos: Roberto Miranda
7 jogos: Fontana
6 jogos: Ado e Joel Camargo
5 jogos: Dario e Edu
4 jogos: Emerson Leão e Rogério Hetmanek
3 jogos: Baldochi e Dirceu Lopes
2 jogos: Zé Maria
1 jogo: Zé Carlos e Nei Conceição


Nenhum comentário:

Postar um comentário