Em 1971, a Seleção Brasileira disputou apenas amistosos. De largada, em julho recebeu quatro seleções europeias para amistosos no Brasil. Enfrentou à Áustria no Morumbi, em São Paulo, e Tchecoslováquia, Iugoslávia e Hungria no Maracanã, onde logo na sequência também fez uma partida amistosa contra o Paraguai. Empatou contra austríacos, iugoslavos e húngaros. Isto poderia ser considerado um prenúncio do que estaria por vir dali a três anos na Copa do Mundo de 74, quando o time comandado por Zagallo viria a ter uma grande dificuldade para vencer na 1ª Fase. Os empates se tornaram a regra: nos dois últimos jogos do ano, numa viagem a Buenos Aires para jogar a Copa Roca, a seleção empatou mais duas vezes, desta vez contra a Argentina.
Por uma ótica otimista: a Seleção Brasileira terminou 1971 invicta, já que além destes cinco empates citados, venceu a tchecoslovacos e paraguaios, em ambas as oportunidades com uma vitória magra por 1 a 0. Havia desaparecido toda a impetuosidade ofensiva que tinha sido a marca da seleção em 1969 e em 1970. Com isto, as críticas ao trabalho do treinador se intensificaram.
A última vez de Pelé na Seleção Brasileira
O grande acontecimento do ano foi a "Despedida de Pelé da Seleção Brasileira". O camisa 10 do Brasil estava com 30 anos, perto do trigésimo primeiro aniversário. Nos dois primeiros jogos do ano, seu adeus. Primeiro contra a Áustria em São Paulo, quando marcou o seu último gol com a camisa verde e amarela. No jogo seguinte, contra a Tchecoslováquia no Maracanã, ele não entrou em campo. Preparou-se para a despedida definitiva, contra a Iugoslávia, quando o Maracanã recebeu 138.575 espectadores que foram ver sua despedida precoce. Uma multidão que foi até lá para gritar, a plenos pulmões: "Fica, Pelé!".
Pelé se despedia da Seleção Brasileira como o seu maior artilheiro na história até então! E com uma impressionante façanha: havia marcado muito mais do que o dobro de gols do que tinha naquele momento o 2º colocado na artilharia histórica com a camisa canarinho. Tinham sido 95 gols de Pelé com a camisa verde e amarela: 77 em jogos oficiais e 18 em partidas contra clubes ou combinados. No total de jogos disputados pela Seleção Brasileira até então, o segundo a mais ter marcado gols tinha sido Leônidas da Silva, com 37 gols convertidos. Pelé chegou perto do absurdo de ter convertido o triplo dele (95 vs 37). Em jogos oficiais (excluindo partidas contra clubes ou combinados) o segundo a ter mais marcado gols até então era Ademir Menezes, com 32 tentos convertidos (mais uma vez Pelé tinha marcado mais do que o dobro em relação ao segundo: 77 vs 32).
A decisão de Pelé foi baseada por todas as críticas recebidas em função do governo militar no Brasil ter utilizado a conquista da Copa de 70 como exaltação nacionalista. Acusavam-no de "garoto propaganda" do regime militar. Entre seus maiores críticos, e que também se tornaram os conselheiros que lhe influenciaram a não vestir mais a camisa do Brasil, estavam alguns dos mais renomados artistas da música brasileira. Pelé acatou o clamor político, e decidiu deixar de jogar pela seleção.
Ele ainda estava em plena forma, tanto que o Santos ainda viria a ser Campeão Paulista de 1973 tendo a Pelé como o artilheiro do campeonato. A despedida com a camisa do alvi-negro praiano aconteceria somente no ano seguinte, em 1974, ano daquela que poderia ter sido a sua última Copa do Mundo. Mas ele decidiu interromper sua trajetória em verde e amarelo antes, em 1971. Por suas próprias palavras: "Sabia das barbaridades e torturas que tinham sido feitas. Cada vez que o Brasil ganha uma Copa do Mundo, esconde tudo: fome, desemprego, problemas de saúde pública e falta de moradias. O povo se envolve na alegria e se esquece de tudo. Minha decisão foi a de não jogar mais".
A partir disto, a questão a ser descoberta era se a Tri-Campeã do Mundo Seleção Brasileira manteria a sua majestade sem Pelé, ou se voltaria a jogar futebol no mesmo nível do que o resto do futebol mundial jogava. Com Pelé servindo-a entre 1957 e 1971, foram conquistados três de quatro títulos mundiais possíveis. Com ele, o Brasil havia mudado de patamar no futebol. A largada dos dias sem ele, com aquele desempenho bastante mediano, sinalizava que parecia não haver muita margem para otimismo.
JOGOS NO ANO:
11/07/1971 - BRASIL 1 x 1 ÁUSTRIA
Amistoso - Estádio do Morumbi, São Paulo
Gols: Pelé (34'1T) e Kurt Jara (6'2T)
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio) (Marco Antônio (Fluminense)); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Pelé (Santos) (Paulo César Caju (Botafogo)); Zequinha (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Rivellino (Corinthians).
Téc: Mário Zagallo
Áustria: Herbert Rettensteiner (Wacker Innsbruck), Hans Schmidradner (Kickers Offenbacher), Gerhard Sturmberger (Linz), Hans Eigenstiller (Wacker Innsbruck) e Alois Jagodic (Rapid Viena); Johann Ettmayer (Stuttgart/ALE), Norbert Hof (Rapid Viena) e Josef Hickersberger (Austria Viena); Karl Kodat (Salzburg), Josef Stering (Grazer) e Kurt Jara (Wacker Innsbruck).
Téc: Leopold Stastny
14/07/1971 - BRASIL 1 x 0 TCHECOSLOVÁQUIA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gol: Tostão (14'1T)
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos) (Nei Conceição (Botafogo)), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Zequinha (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) (Claudiomiro (Internacional)) e Paulo César Caju (Botafogo) (Vaguinho (Atlético Mineiro)).
Téc: Mário Zagallo
Tchecos: Ivo Viktor (Dukla Praga), Albert Rusnak (Zilina), Vladimír Hrivnak (Slovan Bratislava), Jozef Desiatnik (Kosice) e Karol Dobias (Spartak Trnava); Stefan Tomanek (Zilina) (Ivan Hrdlicka (Slovan Bratislava)), Juraj Szikora (Inter Bratislava) e Jaroslav Pollak (Kosice); Frantisek Vesely (Slavia Praga) (Frantisek Karko (Trinec)), Pavel Stratil (Sklo Union Teplice) e Jan Capkovic (Slovan Bratislava).
Técs: Ladislav Novak e Ladislav Kacani
18/07/1971 - BRASIL 2 x 2 IUGOSLÁVIA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gols: Dzajic (35'1T), Rivellino (15'2T), Gérson (20'2T) e Jerkovic (25'2T)
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians) (Eurico (Palmeiras)), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio) (Marco Antônio (Fluminense)); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Zequinha (Botafogo), Pelé (Santos) (Claudiomiro (Internacional)) e Vaguinho (Atlético Mineiro).
Téc: Mário Zagallo
Iugoslávia: Radomir Vukcevic (Hajduk Split), Mladen Ramljak (Dínamo Zagreb) (Zoran Antonijevic (Estrela Vermelha)), Dragan Holcer (Hajduk Split), Blagoje Paunovic (Partizan) e Dragoslav Stepanovic (OFK Belgrado); Miroslav Pavlovic (Estrela Vermelha), Branko Oblak (Olimpja Llubljana) e Jovan Acimovic (Estrela Vermelha); Ilija Petkovic (OFK Belgrado) (Nenad Bjekovic (Partizan)), Zoran Filipovic (Estrela Vermelha) (Jurica Jerkovic (Hajduk Split)) e Dragan Dzajic (Estrela Vermelha).
Téc: Vujadin Boskov
21/07/1971 - BRASIL 0 x 0 HUNGRIA
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Zequinha (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e Vaguinho (Atlético Mineiro).
Téc: Mário Zagallo
Hungria: Istvan Geczi (Ferencvaros), Tibor Fabian (Vasas), Miklos Pancsics (Honved), Csaba Vidats (Vasas) e Peter Juhasz (Ujpest); Istvan Juhasz (Ferencvaros), Lajos Szucs (Honved) e |Laszlo Fazekas (Ujpest); Ferenc Bene (Ujpest), Antal Dunai (Ujpest) e Sandor Zambo (Ujpest).
Téc: Rudolf Illovszky
24/07/1971 - BRASIL 1 x 0 PARAGUAI
Amistoso - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Gol: Claudiomiro (40'1T)
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Luiz Carlos Galter (Corinthians) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Zequinha (Botafogo) (Claudiomiro (Internacional)), Tostão (Cruzeiro) (Paulo César Caju (Botafogo)) e Vaguinho (Atlético Mineiro).
Téc: Mário Zagallo
Paraguai: Artemio Villanueva (Cerro Porteño), César Ortiz Aquino (Cerro Porteño), Sergio Rojas (Guarani), Vicente Bobadilla (Guarani) e Valentín Mendoza (Cerro Porteño) (Arecio Colmán (Libertad)); Carlos Jara Saguier (Cerro Porteño), Alcides Sosa (Olimpia) (Crispín Verza (Olimpia)) e Saturnino Arrúa (Cerro Porteño); Aristides Del Puerto (Olimpia) (Severiano Irala (Cerro Porteño)), Carlos Diarte (Olimpia) (Justiniano Enciso (Cerro Porteño)) e Lorenzo Giménez (Olimpia).
Téc: Aurelio González
28/07/1971 - BRASIL 1 x 1 ARGENTINA
Copa Roca - Estádio Monumental de Núñez, Buenos Aires, Argentina
Gols: Paulo César Caju (34'2T) e Madurga (44'2T)
Brasil: Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians) (Marco Antônio (Fluminense)), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Claudiomiro (Internacional) (Paulo César Caju (Botafogo)), Tostão (Cruzeiro) e Vaguinho (Atlético Mineiro).
Téc: Mário Zagallo
Argentina: Rubén Sánchez (Boca Juniors), Jorge Dominichi (River Plate), Ángel Bargas (Chacarita Juniors), César Larraignée (River Plate) e Ramón Heredia (San Lorenzo); Norberto Madurga (Boca Juniors), Omar Pastoriza (Independiente) e Miguel Brindisi (Huracán); Rubén Ayala (San Lorenzo), Rodolfo Fischer (San Lorenzo) (Pedro Verde (Estudiantes)) e Carlos Bianchi (Vélez Sarsfield).
Téc: Juan José Pizzutti
31/07/1971 - BRASIL 2 x 2 ARGENTINA
Copa Roca - Estádio Monumental de Nuñez, Buenos Aires, Argentina
Gols: Fischer (12'1T), Tostão (37'2T), Fischer (1'1T Prorrogação) e Paulo César Caju (10'2T Prorrogação)
Brasil: Félix (Fluminense), Eurico (Palmeiras), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio) (Marco Antônio (Fluminense)); Clodoaldo (Santos) (Claudiomiro (Internacional)), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Vaguinho (Atlético Mineiro) (Lula (Fluminense)), Tostão (Cruzeiro) e Paulo César Caju (Botafogo).
Téc: Mário Zagallo
Argentina: Rubén Sánchez (Boca Juniors), Jorge Dominichi (River Plate), Ángel Bargas (Chacarita Juniors), César Larraignée (River Plate) e Ramón Heredia (San Lorenzo); Norberto Madurga (Boca Juniors) (Ángel Landucci (Rosario Central)), Omar Pastoriza (Independiente) e Miguel Brindisi (Huracán); Rubén Ayala (San Lorenzo) (Daniel Onega (River Plate)), Rodolfo Fischer (San Lorenzo) e Carlos Bianchi (Vélez Sarsfield) (Ernesto Mastrángelo (Atlanta)).
Téc: Juan José Pizzutti
RESUMO:
Seleção Brasileira de 1971:
Félix (Fluminense), Zé Maria (Corinthians), Brito (Botafogo), Wilson Piazza (Cruzeiro) e Everaldo (Grêmio); Clodoaldo (Santos), Gérson (São Paulo) e Rivellino (Corinthians); Zequinha (Botafogo) (Claudiomiro (Internacional)), Tostão (Cruzeiro) e Vaguinho (Atlético Mineiro) (Paulo César Caju (Botafogo)).
Artilharia: Tostão (2), Paulo César Caju (2), Pelé (1), Rivellino (1), Gérson (1) e Claudiomiro (1)
Participação:
7 jogos: Félix, Brito, Everaldo, Clodoaldo, Gérson e Rivellino
6 jogos: Zé Maria, Wilson Piazza, Tostão e Vaguinho
5 jogos: Zequinha, Claudiomiro e Paulo César Caju
4 jogos: Marco Antônio
3 jogos: --
2 jogos: Eurico e Pelé
1 jogo: Luiz Carlos Galter, Nei Conceição e Lula
SELEÇÃO OLÍMPICA
Em 1971 foi disputado o Torneio Pré-Olímpico qualificatório para as Olimpíadas a serem disputadas no ano seguinte em Munique, na Alemanha. A competição eliminatória foi, pela segunda vez consecutiva, disputada na Colômbia, como havia sido em 1968.
Na 1ª Fase, o Brasil caiu no mesmo grupo da Argentina, sendo que dois avançavam à fase decisiva. A Seleção Brasileira largou tropeçando, num empate frente ao Equador. Porém, como o outro jogo da rodada entre Chile e Bolívia, assim como a Argentina em sua estreia contra o Equador, ambos terminaram empatados, a situação ainda estava sob controle. Na sequência, com o Brasil vencendo a Bolívia e Chile, e empatando sem gols com a Argentina, o time não só garantiu a classificação como assegurou a liderança do grupo, já que os argentinos ainda vieram a empatar contra os bolivianos.
Na 2ª Fase, a decisiva, mais uma vez a primeira rodada só teve empates, incluindo o do Brasil contra a anfitriã Colômbia. Depois uma vitória brasileira sobre a Argentina por 1 a 0, com gol de Zico, e a Seleção Brasileira Olímpica ficou bem perto da vaga, que matematicamente foi assegurada na última rodada depois de mais uma vitória por 1 a 0, desta vez sobre o Peru. A segunda vaga ficou pela segunda vez consecutiva com a Colômbia, que curiosamente empatou seus três jogos na fase decisiva, mas mesmo assim superou à Argentina.
JOGOS:
26/11/1971 - BRASIL 1 x 1 EQUADOR
Pré-Olímpico - Estádio Pascual Guerrero, Cali, Colômbia
Gols: Nílson Dias (39'1T) e Vágner Chinoca (contra, 10'2T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo), Clayton (Guarani) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
28/11/1971 - BRASIL 2 x 1 BOLÍVIA
Pré-Olímpico - Estádio Pascual Guerrero, Cali, Colômbia
Gols: Roberto Carlos (36'1T), Nílson Dias (3'2T) e Arturo Salcedo (33'2T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Ângelo (Atlético Mineiro), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo), Zico (Flamengo) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
30/11/1971 - BRASIL 0 x 0 ARGENTINA
Pré-Olímpico - Estádio Pascual Guerrero, Cali, Colômbia
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo) (Enéas (Portuguesa de Desportos)), Zico (Flamengo) (Clayton (Guarani)) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
05/12/1971 - BRASIL 1 x 0 CHILE
Pré-Olímpico - Estádio Atanásio Girardot, Medellin, Colômbia
Gol: Nílson Dias (20'2T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Ângelo (Atlético Mineiro), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo), Clayton (Guarani) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
07/12/1971 - BRASIL 1 x 1 COLÔMBIA
Pré-Olímpico - Estádio El Campin, Bogotá, Colômbia
Gols: Alvaro Santamaría (10'1T) e Enéas (42'2T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo) (Clayton (Guarani)), Enéas (Portuguesa de Desportos) (Zico (Flamengo)) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
09/12/1971 - BRASIL 1 x 0 ARGENTINA
Pré-Olímpico - Estádio El Campin, Bogotá, Colômbia
Gol: Zico (33'1T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo) (Roberto Carlos (Botafogo)); Zico (Flamengo), Enéas (Portuguesa de Desportos) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
11/12/1971 - BRASIL 1 x 0 PERU
Pré-Olímpico - Estádio El Campin, Bogotá, Colômbia
Gol: Enéas (13'2T)
Brasil: Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Abel Braga (Fluminense), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Ângelo (Atlético Mineiro) (Ademir (Vasco)); Zico (Flamengo) (Roberto Carlos (Botafogo)), Enéas (Portuguesa de Desportos) e Galdino (Botafogo).
Téc: Antoninho
Seleção Olímpica de 1971:
Nielsen (Fluminense), Aloísio (Flamengo), Fred (Flamengo), Vágner Chinoca (Corinthians) e Celso (Palmeiras); Rubens Galaxe (Fluminense), Marco Aurélio (Fluminense) e Nílson Dias (Botafogo); Roberto Carlos (Botafogo) (Zico (Flamengo)), Enéas (Portuguesa de Desportos) (Clayton (Guarani)) e Galdino (Botafogo).
Artilharia: Nílson Dias (3), Enéas (2), Roberto Carlos (1) e Zico (1)


